Quiosques e tabacarias abertos durante o confinamento

Quiosques e papelarias deverão manter-se abertos mesmo durante o confinamento que vai vigorar no país durante um mês, a partir da meia-noite de sexta-feira.

Papelarias e tabacarias para a compra de jornais e tabaco, bem como jogos sociais, vão manter-se de portas abertas durante o confinamento, de acordo com uma versão do decreto-lei a que o Dinheiro Vivo teve acesso. Estes serviços estão entre os definidos como bens essenciais nesta versão não fechada do diploma que determina as regras do confinamento anunciado esta quarta-feira pelo executivo.

A venda de jornais deverá ficar assim assegurada ao manter-se aberta a rede de distribuição, tal como tinha acontecido no primeiro confinamento geral em março do ano passado.

Para facilitar o acesso à informação a quem está em casa e quiser receber as notícias sem sair, o DN tem uma nova campanha digital. Veja aqui como aceder

Na época António Costa defendeu que com essa decisão o objetivo era "garantir o direito à informação" da população nesta altura. Tal como, padarias, mercearias, supermercados, bombas de gasolina e farmácias, os quiosques vendem "bens e serviços absolutamente essenciais ao dia-a-dia das pessoas, que podem e devem manter-se abertos", indicou o primeiro-ministro.

O confinamento foi declarado em plena campanha eleitoral para as Presidenciais. A situação de pandemia vivida no país, com o aumento exponencial do número de casos de infeção, levou mesmo ao cancelamento ou redução da atividade de campanha dos vários candidatos. As eleições estão agendadas para o próximo dia 24.

*Com Paulo Ribeiro Pinto

Recomendadas

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de