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Receitas da IP com estradas e caminhos-de-ferro crescem 7% até junho

Túnel do Marão.
(Pedro Correia/Global Imagens)
Túnel do Marão. (Pedro Correia/Global Imagens)

O maior crescimento dos ganhos resultou do crescimento das receitas com as portagens cobradas nas antigas SCUT.

As receitas da IP – Infraestruturas de Portugal com estradas e caminhos-de-ferro aumentaram 7% no primeiro semestre para 227,6 milhões de euros. O maior crescimento dos ganhos resultou do crescimento das receitas com as portagens cobradas nas antigas SCUT – autoestradas sem custo para os utilizadores.

Os serviços rodoviários renderam mais 9% até junho, para 179,6 milhões de euros. A cobrança de portagens representa 79% do total de ganhos da empresa liderada por António Laranjo, segundo nota enviada às redações esta quinta-feira.

A IP atribui este aumento de receitas, sobretudo, à maior utilização das antigas SCUT. “Um crescimento em linha com o verificado nos últimos anos, justificado pelo progressivo aumento do nível de procura das autoestradas nacionais para o qual contribuiu decisivamente, no caso das autoestradas do interior, a aplicação de descontos nas taxas de portagem”.

Além das antigas SCUT, a gestora de infraestruturas é responsável por autoestradas como a A21, Concessão Grande Lisboa e Concessão Norte e também tem subconcessões no Pinhal Interior, Litoral Oeste, Baixo Tejo e a autoestrada Transmontana.

As restantes receitas são obtidas através dos serviços prestados aos operadores ferroviários, que renderam 48 milhões de euros no primeiro semestre de 2018.

 

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