Imobiliário

Regus abre primeiro coworking em Braga e reforça no Porto

O novo centro da Regus em Braga já está em operação. Fotografia: D.R.
O novo centro da Regus em Braga já está em operação. Fotografia: D.R.

A Regus investiu um milhão de euros na abertura do 12º centro de negócios em Portugal.

A Regus, empresa líder mundial em coworking, investiu um milhão de euros na abertura de um centro de negócios em Braga, o 12º em Portugal. O coworking é uma solução de trabalho, baseada na partilha de espaço e recursos, que reúne pessoas de para várias empresas e diferentes setores de atividade. Em breve, vai reforçar a sua presença no Porto. Segundo Jorge Valdeira, diretor da Regus, existem ainda muitas oportunidades de crescimento para este conceito de escritórios, em Portugal e no mundo.

Em Braga, a Regus apostou num espaço com 800 metros quadrados, no centro da cidade, que “vai albergar mais de uma centena de clientes, contando com os virtuais”, adiantou Jorge Valdeira. O novo centro de negócios é inaugurado amanhã, mas desde o início do mês que tem espaços contratados. Com 120 euros por mês é possível alugar um posto de trabalho no centro e o “cliente só precisa levar o computador”, sublinha Jorge Valdeira.

Os centros da Regus são espaços onde qualquer empresa pode alugar o seu escritório e escolher a solução que mais se adapta às suas necessidades. Pode escolher um espaço privado, secretárias em open space, alugar temporariamente uma sala de reuniões… Como salienta Jorge Valdeira, “o centro de escritórios é um espaço de trabalho flexível”, que pode ser adquirido “por um mês, por três meses, meio ano ou só por uns dias”. A Regus é responsável pela instalação dos equipamentos (secretárias, rede de telecomunicações, decoração, iluminação), gestão e manutenção de todo o espaço, incluindo segurança, rececionista e limpeza.

Os serviços da Regus não se limitam ao aluguer de escritórios físicos. Uma empresa pode utilizar o centro para domiciliar a sede e, assim, ter acesso a um serviço telefónico, com o devido encaminhamento das chamadas, e à correspondência. Para Jorge Valdeira, estes escritórios virtuais são ideais para empresas em processo de internacionalização, que escusam de onerar os orçamentos com o aluguer ou aquisição de escritórios independentes. Aliás, dada a presença internacional da Regus, o cliente pode trocar de escritório e de país com facilidade.

Em maio, a Regus abre o terceiro centro no Porto, investindo desta vez num espaço na zona histórica. Jorge Valdeira considera que as zonas do centro “são cada vez mais procuradas para locais de trabalho, as pessoas valorizam estar perto de serviços, de espaços de restauração, poderem optar pelo transporte público”.

A Regus tem nove centros em Lisboa (a Google é uma das clientes) e dois no Porto. A empresa, que não revela dados financeiros, assegura ter uma taxa de ocupação próxima dos 90% em Portugal. A nível global, a Regus está presente em 120 países e explora perto de três mil centros de negócio, distribuídos por 900 cidades. A empresa está cotada na Bolsa de Londres.

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