Remax fecha 2013 com vendas de 1,1 mil milhões. Foi mesmo o segundo melhor ano em Portugal

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A Remax teve o segundo melhor ano de sempre em Portugal em 2013. Em quatro anos vendeu e arrendou 107.454 imóveis.

A Remax Portugal transacionou cerca de 20 mil imóveis em 2013, concretizando um volume de vendas de 1,1 mil milhões de euros, que representa uma subida de 30% face ao ano anterior, informou a empresa em comunicado.

Quer isto dizer que, tal como a presidente executiva da marca, Beatriz Rubio, antecipou ao Dinheiro Vivo em novembro, 2013 foi mesmo o segundo melhor resultado desde que a Remax opera em Portugal, há já 14 anos.

Veja também: Remax faz mais vendas e antecipa segundo melhor ano de sempre em Portugal

“Fechámos o ano com valores bastante positivos numa conjuntura
económica tão adversa. Fizemos de 2013 o segundo melhor ano de sempre da Remax”, sublinha Beatriz Rubio, no mesmo comunicado.

A contribuir para este resultado esteve o aumento das operações de venda, que voltaram a ganhar peso face aos arrendamentos, e principalmente as vendas a compradores estrangeiros, “em especial a cidadãos
provenientes da República Popular da China”, que representaram cerca de 11% da faturação da rede.

“Em termos de
tendências, verifica-se que a compra de imóveis já começa novamente a
ganhar força”, repara a CEO da empresa.

Assim, dos cerca de 20 mil imóveis transacionados, 43,8% dizem respeito a vendas, o que significa um aumento deste tipo de transações em 26% face ao ano anterior. Já o número de arrendamentos continuou a subir, mas um ritmo mais lento, crescendo apenas 8%.

Os imóveis da banca também continuam a ter destaque nas operações da Remax e dos 20 mil, cerca de 1100 incluem-se neste pacote.

Quanto a zonas, Lisboa foi onde se realizaram o maior número de transacções (cerca de 27% do total), seguida de Sintra (6%) e Cascais (5%). O Algarve representou 7% e Braga e Porto representaram, conjuntamente, cerca de 6% do total de transações, pode ler-se no comunicado.

E no que respeita ao tipo de casa e tipologia, mantém-se o mesmo que nos anos anteriores, ou seja, os apartamentos continuam a ser os mais vendidos, representando 63% do total, e a maioria são T2 (40% do total de transações realizadas). Há ainda procura por T3 (33%), T1 (16%) e alguns T4 (7%).

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