REN vai sair de Lisboa e ter nova sede em Sacavém

Sede atual da REN funciona na Avenida EUA, em Alvalade. Deverá passar, daqui "a uns anos", para uma zona junto ao Centro de Despacho Nacional, em Sacavém, Loures.

A REN "está a trabalhar numa sede nova", que estará concluída daqui "a uns anos", que ficará junto ao Centro de Despacho Nacional, em Sacavém, Loures, disse esta sexta-feira o presidente executivo da empresa gestora das redes energéticas.

Atualmente, a sede da REN - Redes Energéticas Nacionais funciona na Avenida EUA, em Alvalade, Lisboa.

Questionado sobre a preparação da empresa para o eventual fim do teletrabalho obrigatório, Rodrigo Costa começou por defender que é preciso "olhar para o teletrabalho de forma diferente" e que a empresa vê benefício "em dar mais flexibilidade aos trabalhadores", "porque existem benefícios de fazer algum trabalho a partir de casa".

Neste contexto, o gestor adiantou que a empresa terá uma sede nova e "quando esse novo escritório estiver pronto, estará muito mais bem adaptada do que hoje, com mais segurança para as pessoas".

Em relação à pandemia de covid-19, Rodrigo Costa disse que a empresa se começou a preparar "no final de fevereiro" de 2020, ainda antes do primeiro caso em Portugal, sem antecipar a dimensão que viria a ter.

Em conferência de imprensa, no final da apresentação do plano estratégico 2021-24, o administrador executivo João Conceição explicou que foi feito um "equilíbrio" para manter em funcionamento infraestruturas da empresa essenciais ao abastecimento de eletricidade e de gás natural, pelo que "um grupo alargado de pessoas nunca parou". Neste período, acrescentou, não houve qualquer interrupção de fornecimento atribuível à REN.

Por outro lado, prosseguiu, "por prudência, a empresa decidiu suspender a atividade de investimentos que não fossem imprescindíveis", estando agora "a tentar recuperar o tempo perdido".

A REN tem como acionista maioritário a State Grid of China, com 25% do capital social, desde a privatização de 2012, seguida pela Oman Oil (12%), a Lazard Asset Management (7%), a Fidelidade (5,3%) e a Red Elétrica Internacional (5,0%).

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