Rita Marques: "Projeção do destino saiu muitíssimo reforçada" com a Fórmula 1

Secretária de Estado do Turismo tinha feito uma projeção de impacto mínimo do evento de 30 milhões de euros. Governo aguarda pelos dados finais para perceber real impacto da competição para o Algarve e para Portugal.

Mais de 20 anos depois a Fórmula 1 regressou a Portugal. Este fim de semana, o palco foi montado no autódromo em Portimão, com alguns milhares de pessoas a rumarem a Sul. Em ano de pandemia, a secretaria de Estado do Turismo tinha estimado um impacto mínimo de 30 milhões de euros.

"Ao nível da Fórmula 1 não temos ainda um relatório exaustivo e real do que este evento suscitou para Portugal e em especial para o Algarve. As nossas estimativas eram para um impacto mínimo na ordem dos 30 milhões de euros, porque estávamos muito dependentes da situação externa e da evolução epidemiológica do País, que evitou nalguns casos que as pessoas pernoitassem mais tempo", disse ao Dinheiro Vivo Rita Marques, secretária de Estado do Turismo.

Tal como João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve, já tinha indicado, a governante aponta que este evento é uma grande montra do País. "Ao nível internacional, a projeção do destino saiu muitíssimo reforçada. Não só nos circuitos ligados ao automobilismo, mas também ao nível do destino turístico britânico. O Reino Unido tem um grande apresso por este tipo de provas", acrescentou.

No final de novembro, o autódromo algarvio vai acolher o Moto GP. "Em relação ao MotoGP este é um trabalho que se faz diariamente. Temos vindo a trabalhar com o Autódromo Internacional do Algarve para poder acolher a prova. Neste momento, teremos também de alimentar esse trabalho tendo em conta o que se passou no passado fim de semana; toda a experiência será útil para alimentar esse trabalho".

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