Tecnologia

Rival do LinkedIn cria mais 100 empregos no Porto até 2021

Thomas Vollmoeller, presidente executivo da Xing, rede social para o trabalho que é o maior rival do LinkedIn na Alemanha e que acaba de inaugurar o seu novo escritório em Matosinhos.
(Rui Oliveira / Global Imagens)
Thomas Vollmoeller, presidente executivo da Xing, rede social para o trabalho que é o maior rival do LinkedIn na Alemanha e que acaba de inaugurar o seu novo escritório em Matosinhos. (Rui Oliveira / Global Imagens)

Rede social do trabalho alemã procura segundo escritório em Matosinhos, que deverá ser inaugurado no segundo semestre.

A rede social de trabalho Xing vai duplicar a sua equipa em Portugal até 2021. A plataforma tecnológica alemã vai criar mais 100 empregos na cidade Invicta ao longo dos próximos dois anos e já está à procura de um segundo escritório na cidade de Matosinhos, anunciou ontem a empresa. O distrito do Porto, desta forma, reforça-se como um dos principais destinos do investimento tecnológico de empresas em Portugal.

“Temos neste momento mais de 100 pessoas neste edifício, que já atingiu a capacidade máxima. Já estamos à procura de um novo escritório perto daqui e acreditamos que Matosinhos tem espaço suficiente para nós. Queremos chegar aos 200 trabalhadores no Porto”, adiantou Thomas Vollmoeller, presidente executivo da empresa, ao Dinheiro Vivo.

A empresa inaugurou ontem o primeiro escritório próprio em Matosinhos, após a transformação de um antigo armazém. A plataforma alemã chegou há ano e meio a Portugal, começando por ocupar, provisoriamente, com uma equipa de 20 pessoas, as instalações do UPTEC (Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto). No final do ano passado, já havia 80 trabalhadores nestas instalações, o que levou à opção por um espaço próprio em Matosinhos.

O distrito do Porto foi escolhido pela plataforma alemã pela “proximidade a três universidades de engenharia [Porto, Aveiro e Braga], talento de qualidade e uma grande ligação cultural com a nossa empresa. Tudo se encaixou na perfeição para abrirmos um espaço nesta cidade”, justificou Thomas Vollmoeller.

Além do desenvolvimento tecnológico da Xing, a equipa do Porto trabalha com mais duas empresas ligadas a esta plataforma: a Internations, uma solução de apoio aos expatriados que chegam de outros continentes; e a Kununu, uma plataforma para avaliar os locais de trabalho.

Leia mais: Porto. Ligação entre universidade e startups já vale 190 milhões

A Xing foi fundada em 2003 e transformou-se na rede social de trabalho de referência da Alemanha. Conta com mais de 15 milhões de utilizadores no país natal, na Áustria e na Suíça, ultrapassando, nestes locais, a maior plataforma deste setor, o LinkedIn, que foi comprado pela Microsoft em 2016. Ao todo, conta com mais de 1500 funcionários, que estão espalhados por escritórios em Portugal Espanha, Alemanha, Áustria, Suíça e Estados Unidos.

A plataforma alemã junta-se a empresas como a Natixis, HostelWorld, Vestas e Euronext, que nos últimos anos escolheram o distrito do Porto para abrirem centros tecnológicos

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
António Mexia, presidente executivo da EDP. Fotografia: REUTERS/Pedro Nunes

Chineses da EDP não abdicam de desblindar estatutos. OPA quase morta

O dia, segunda-feira de Páscoa, prejudicou a concentração dos ex-operários junto à casa-mãe, a Miralago. Fotografia: Tony Dias/Global Imagens

Ex-operários tentam evitar saída de máquinas da Órbita

O secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP), José Abrãao, numa manifestação. Fotografia: JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

FESAP. Inspetores do Estado podem ficar 10 anos sem progredir nas carreira

Outros conteúdos GMG
Conteúdo TUI
Rival do LinkedIn cria mais 100 empregos no Porto até 2021