aviação

Ryanair chega a acordo com tripulantes de cabine alemães

Michael O’Leary, CEO da companhia área low cost irlandesa. Fotografia: EPA/Olivier Hoslet
Michael O’Leary, CEO da companhia área low cost irlandesa. Fotografia: EPA/Olivier Hoslet

A Ryanair confirma que alcançou mais um acordo, desta vez com os tripulantes alemães da Ver.di. Os tripulantes têm de o aprovar nos próximos dias.

A companhia aérea irlandesa low cost confirmou esta quinta-feira que chegou a acordo com os tripulantes de cabine da alemã Ver.di. O acordo prevê que seja aplicada a lei laboral alemã aos tripulantes com base na Alemanha, mas antes disso tem que ser aprovada pelos visados durante a próxima semana.

Segundo a Ryanair, este acordo prevê aumentos salariais e outros benefícios a todos os tripulantes de cabina com base na Alemanha ao longo dos próximos dois anos.

No comunicado enviado à imprensa, a Ryanair confirma ainda que quase 90% dos tripulantes com base em Itália votaram a favor do Contrato Coletivo de Trabalho assinado recentemente entre a Ryanair e os três principais sindicatos de tripulantes de cabine – FIT CISL, ANPAC e ANPAV. No caso de Itália, o acordo entrará em vigor para os tripulantes italianos nos próximos três anos. Durante a semana passada, foram assinados novos acordos com os sindicatos de tripulantes de cabina na Grécia (RACU) e na Suécia (UNIONEN).

“Estamos encantados por assinar este CCT com a Ver.di, que levará a melhorias salariais e outros benefícios para os nossos tripulantes de cabina com base na Alemanha, contrato este que será sujeito a votação dos nossos tripulantes ao longo da próxima semana”, reforça Eddie Wilson, diretor de Recursos Humanos da Ryanair.

Durante a semana passada, foram assinados novos acordos com os sindicatos de tripulantes de cabina na Grécia (RACU) e na Suécia (UNIONEN).

A Ryanair sublinha que estes acordos demonstram “o progresso significativo que tem levado a cabo em termos de acordos com os funcionários e os seus sindicatos em diferentes países europeus”, lê-se ainda no mesmo comunicado.

Estes acordos surgem depois das sucessivas greves dos tripulantes de cabine durante o verão, que reivindicavam melhores condições de trabalho.

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