Saiba onde vão abrir 52 lojas do Banco CTT até março

A lista das lojas da rede dos CTT que até ao final do primeiro trimestre vão receber o banco postal já foi registada no supervisor bancário.

O Banco CTT prevê estar presente em 52 lojas da rede dos Correios até ao final do primeiro trimestre deste ano. A lista com as agências dos Correios que disponibilizarão serviços bancários já foi aprovada pelo Banco de Portugal. Mas, neste momento, os clientes ainda não podem ter acesso aos serviços financeiros do Banco CTT. A abertura da instituição será gradual.

De acordo com o registo apresentado no Banco de Portugal, o Banco CTT terá já uma ampla dispersão geográfica. Numa fase inicial, o banco postal terá presença física em 16 distritos: Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Portalegre, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real, Viseu. Somam-se mais dois nos arquipélagos: Funchal e Ponta Delgada.

Nas lojas mais pequenas os balcões dos CTT serão multifuncionais, enquanto nas lojas maiores os Correios vão disponibilizar um espaço próprio para o Banco CTT.

Na lista de agências, já autorizadas pelo supervisor bancário, destacam-se os distritos de Lisboa (com 19 aberturas previstas), do Porto (6 lojas) e Setúbal (5 lojas).

O Banco CTT, liderado por Luís Pereira Coutinho, terá uma oferta de produtos bancários simples, permitindo abrir conta corrente e conta-ordenado, efetuar transferências, subscrever produtos de poupança e contrair créditos pessoal ou à habitação. A instituição quer atingir uma quota de mercado entre 7,5% e 10% nas contas bancárias em 10 anos e de 3% a 4% nos depósitos.

Francisco Lacerda, chairman e presidente dos Correios, garantiu que o Banco CTT “não será apenas mais um banco”, chamando a atenção para as características peculiares de ser lançado tendo por base a proximidade com os clientes dos CTT.

A expansão do Banco CTT será progressiva, com o objetivo de chegar a cerca de 600 lojas até 2018. O “break even” da operação deverá ser atingido em três anos, excluindo os custos partilhados com os CTT.

A área financeira é considerada uma alavanca fundamental no crescimento global dos CTT, tendo gerado um crescimento de 6,3% dos proveitos para 58 milhões de euros até setembro de 2015.

Recomendadas

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de