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Samsung inicia troca dos Galaxy Note 7

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Samsung começou a recolher os telemóveis com risco de explosão. Custo da chamada à fábrica está estimado em mil milhões

A Samsung já deu início ao programa de troca dos smartphones Galaxy Note 7. Perante o risco de sobreaquecimento e explosão daqueles equipamentos, a marca deu ordem para uma troca dos telefones na Coreia do Sul.

Os donos de telemóveis daquela gama estão, assim, a ter a oportunidade de substituir os equipamentos depois de a Samsung ter sido obrigada a vender quatro empresas para financiar a recolha.

Ao todo, devem regressar ao fabricante 2,5 milhões de equipamentos desta gama, uma recolha que deverá custar mais de mil milhões de dólares (896 milhões de euros).

Apesar do enorme número de aparelhos com “defeito”, em Seul, esta segunda-feira, menos de uma dezena de utilizadores procuraram os centros para correção do problema que estará localizado na bateria destes dispositivos.

Destes poucos, ainda menos conseguiram trocar os seus telemóveis. Alguns utilizadores tiveram de voltar para trás porque compraram os Note 7 em lojas multimarca ou em retalhistas online.

O programa de trocas agora iniciado exige que os utilizadores devolvam o telefone ao seu vendedor original. Terão prioridade os clientes que ativaram os telefones mais cedo.

A CNN falou com um dos sul coreanos que não conseguiram trocar o seu equipamento. “É um inconveniente ter de trocar de telefone”, disse, salientando que, além disso, “é aborrecido ter de utilizar o tempo pessoal” para a troca que, afinal, acabou por não se verificar.

Estima-se que o defeito na bateria do Galaxy Note 7 afete 0,1% dos telefones vendidos em todo o mundo desde agosto. O contratempo mantém-se avaliado em mil milhões de dólares. A Samsung espera retomar as vendas deste equipamento a 28 de setembro, na Coreia do Sul.

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