Montepio

Santa Casa sem poder de decisão um ano depois de entrar no Montepio

Edmundo Martinho, provedor da Santa Casa da Misericórdia.
( Gustavo Bom / Global Imagens )
Edmundo Martinho, provedor da Santa Casa da Misericórdia. ( Gustavo Bom / Global Imagens )

Acordo entre instituição de solidariedade e associação mutualista previa criação de uma instância de representação.

No final de junho, passou um ano desde que a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa entrou no capital da Associação Mutualista Montepio Geral. O acordo, além da injeção de capital de 75 mil euros da Santa Casa de Lisboa, previa a criação de uma instância de representação para que os novos acionistas pudessem ter poder de decisão na estratégia do banco. Um ano depois, a Santa Casa continua sem poder de decisão na Associação Mutualista Montepio.

O acordo previa uma entidade para representar os novos acionistas, como a Santa Casa de Lisboa e outras 30 misericórdias e IPSS. Fonte oficial da mutualista diz apenas que “a assembleia de representantes reúne regular e periodicamente, o que permite o acompanhamento do desenvolvimento da instituição”, segundo declarações à edição desta terça-feira do Jornal de Negócios.

Mas a mutualista, liderada por Tomás Correia, não esclarece se as associações de economia social estão neste órgão e se podem efetivamente tomar alguma decisão.

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