Seat reduz prejuízo operacional em 45% até setembro

Fabricante automóvel que pertence ao grupo Volkswagen justifica que o resultado operacional tem sido negativo devido à "escassez global de semicondutores, que impediu de responder à grande subida da procura das marcas Seat e Cupra".

A Seat, que pertence ao grupo Volkswagen, teve um prejuízo operacional de 159 milhões de euros até setembro deste ano, menos 45% do que há um ano (prejuízo de 290 milhões de euros), foi anunciado esta quinta-feira.

O resultado operacional tem sido negativo devido à "escassez global de semicondutores, que impediu de responder à grande subida da procura das marcas Seat e Cupra", afirmou a empresa em comunicado.

Apesar disso, o resultado operacional foi de 131 milhões de euros, tendo melhorado face ao mesmo período do ano passado, já que o volume de vendas aumentou.

As vendas da Seat aumentaram 20,1% até setembro, para 7.259 milhões de euros (6.043 milhões de euros no mesmo período do ano passado), suportadas no forte crescimento, em especial, das vendas do Cupra.

Nos primeiros nove meses do ano, as marcas Seat e Cupra entregaram 391,3 mil veículos, o que representou um crescimento de 23,5% em termos homólogos.

Seat informou que "os resultados estão a ser influenciados pela situação da crise dos semicondutores", o que acontece com todos os fabricantes automóveis.

Apesar da escassez de semicondutores, a empresa está a trabalhar para alcançar o "melhor resultado possível no final deste ano", e espera que os novos modelos eletrificados e o desempenho da marca Cupra contribuam positivamente para os "resultados do último trimestre" do ano, lê-se no comunicado.

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