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Seis gestores da TAP vão ter de mostrar rendimentos

Lisboa, 18/10/2017 - Miguel Frasquilho, antes de uma entrevista nos estúdios TSF. Economista, gestor, professor e político português é desde julho deste ano Presidente do Conselho de Administração da TAP – Transportes Aéreos Portugueses.
(Reinaldo Rodrigues/Global Imagens)
Lisboa, 18/10/2017 - Miguel Frasquilho, antes de uma entrevista nos estúdios TSF. Economista, gestor, professor e político português é desde julho deste ano Presidente do Conselho de Administração da TAP – Transportes Aéreos Portugueses. (Reinaldo Rodrigues/Global Imagens)

Seis gestores da TAP indicados pelo Estado vão ter de entregar as declarações de rendimentos ao Tribunal Constitucional, avança o Jornal de Negócios.

Os seis gestores indicados pelo Estado, no ano passado, para a TAP – Miguel Frasquilho, Diogo Lacerda, Esmeralda Dourado, Bernardo Trindade, Ana Macedo Silva e António Gomes de Menezes -, vão ter de entregar as declarações de rendimentos e património ao Tribunal Constitucional, de acordo com a edição desta quinta-feira do Jornal de Negócios.

Foi este o entendimento do Tribunal Constitucional, comunicado na semana passada à administração da transportadora aérea, na sequência e um pedido de esclarecimento enviado pelo “chairman” da TAP, Miguel Frasquilho. Fonte oficial da companhia aérea disse ao Jornal de Negócios que estes gestores vão cumprir com esta obrigação, estando já a preparar “a documentação necessária para entregarem estas declarações”.

Por outro lado, os gestores indicados pela Atlantic Gateway, de Humberto Pedrosa e David Neeleman, não têm de apresentar esta documentação. Assim, o sucessor de Fernando Pinto no comando da empresa, Antonoaldo Neves, é um dos gestores que não tem de apresentar a sua declaração de rendimentos, de acordo com o Jornal de Negócios.

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