Hotelaria

Sheraton Porto investe 8 milhões e abre casa na Foz

Os eventos da Casa Montevideu têm a assinatura Sheraton. Fotografia: D.R.
Os eventos da Casa Montevideu têm a assinatura Sheraton. Fotografia: D.R.

A abertura de rotas entre o Porto e a Ásia trouxe de forma visível turistas asiáticos para o Porto

O grupo HDP – Hotéis de Portugal, detido maioritariamente por investidores brasileiros e responsável pelos hotéis Sheraton no Porto e Lisboa, está a finalizar um investimento de oito milhões de euros no reforço da marca na Invicta. A principal novidade é a aquisição e renovação da Casa Montevideu, um palacete na Foz, que abriu portas no mês passado para a realização de eventos até 200 pessoas.

Segundo Joana Almeida, diretora do Sheraton Porto, o grupo adquiriu o palacete há dois anos e realizou um conjunto de obras de recuperação para adaptar o espaço à realização de cerimónias como casamentos, jantares de aniversário, reuniões de empresas, entre outros. O investimento rondou os seis milhões e vai permitir alargar a oferta de eventos da Sheraton, até agora muito focado no segmento corporate.

Como referiu a responsável, a capacidade do hotel não permitia a realização deste género de cerimónias e a Casa Montevideu veio colmatar esta necessidade e alargar a oferta. Nas suas contas, a realização de um casamento na Casa Montevideu terá um custo de 130 euros por pessoa, valor que estará sempre dependente dos serviços que o cliente pretender. Em promoção desde janeiro deste ano, a Casa Montevideu deverá arrancar em velocidade cruzeiro em setembro. Joana Almeida acredita que o espaço será uma referência no Porto e Norte de Portugal.

15 anos
O Hotel Sheraton no Porto, que está a comemorar 15 anos de operação, está a terminar um conjunto de obras de renovação, cujo investimento ascende a dois milhões de euros. A intervenção na unidade hoteleira arrancou no ano passado e implicou a modernização dos vários espaços. A operação não teve qualquer sobressalto, sendo que este ano as vendas devem atingir os 14,8 milhões de euros, mais 800 mil euros que em 2018. O segmento de negócios vale 75% das receitas.

Segundo Joana Almeida, os turistas tradicionais alojam-se mais na época da Páscoa, verão e Natal, e são sobretudo portugueses, espanhóis, franceses, ingleses e alemães. Com a abertura há dois anos da rota Porto-Istambul, a cargo da Turkish Airlines, e agora a ligação Porto-Dubai, pela Emirates, regista-se de uma forma visível o crescimento dos turistas asiáticos.

 

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