Tecnologia

Sky tem 200 vagas para quem quiser “trabalhar no futuro da televisão”

Centro tecnológico da Sky em Lisboa
Fonte: Sky

Com a mudança para um novo escritório, a Sky prepara-se para crescer a nível de contratações. Até 2021, a empresa quer atingir os 400 trabalhadores.

O centro tecnológico da Sky exporta tecnologia para as diversas localizações da empresa, que desenvolve maioritariamente serviços de televisão, onde o streaming está em destaque. Instalado em Lisboa desde 2015, o volume de trabalho foi crescendo ao longo dos anos e foi necessária a expansão da equipa. “Foi um crescimento orgânico, que aconteceu de forma natural”, recorda António Vieira.

No mês passado, a empresa mudou-se para o edifício Entrecampos 28, onde ocupa atualmente sete pisos, numa mudança que permitirá contratar mais pessoas, com perfis maioritariamente tecnológicos. Ao longo do próximo ano, prepara-se para uma nova expansão – além do Bloco C do edifício, passará a ocupar mais dois pisos de um dos blocos laterais, naquilo a que os responsáveis chamam de “expansão para a fase dois do escritório”.

Com 245 trabalhadores, a empresa já tem objetivos de contratação até 2021. Em 2020, pretende chegar às 320 pessoas. Em 2021, a ambição passa pelo encerramento do ano com 400 colaboradores no centro lisboeta.

“Temos investido à medida que conseguimos arranjar pessoas”, explica António Vieira, head of technology da Sky em Portugal. “A tecnologia é um negócio de pessoas e para desenvolvermos produtos para os nossos clientes temos de ter as pessoas certas”, indica o responsável, durante o encontro com a imprensa.

“Felizmente, há talento em Portugal”, afirmam os responsáveis da Sky, que exporta tecnologia para países como o Reino Unido, Irlanda ou Estados Unidos. Apesar da vontade de recrutar, a Sky afirma-se como uma empresa “exigente” relativamente ao perfil a contratar. “Temos uma atitude de arregaçar as mangas”, explica Ana Silva, responsável pela área de recursos humanos da Sky, destacando a necessidade de recrutar perfis “mais completos”, que consigam pensar em várias estratégias para abordar um problema.

Como pontos-chave para a contratação, António Vieira destaca a possibilidade da perspetiva de trabalho a nível internacional, nomeadamente com “intercâmbios” entre as várias localizações da Sky. Além disso, destaca ainda a possibilidade de “trabalhar no futuro da televisão”, com o desenvolvimento de novas soluções para o mundo do streaming.

Aumentar o número de mulheres é um desafio

Entre os atuais 245 trabalhadores do centro da Sky em Portugal, apenas 25 são mulheres. Ana Silva reconhece que o número de candidaturas feitas por mulheres ainda está abaixo do desejado, mas que a empresa tem apostado em várias estratégias para “comunicar de uma forma inclusiva”. Um dos exemplos é a parceria com a Portuguese Women in Tech – algo que é para continuar em 2020, garante Ana Silva. “Temos feito workshops ao longo do ano. Trouxemos mulheres ao nosso escritório, para partilhar experiências”, explicam os responsáveis da Sky, destacando a importância de oportunidades para comparar percursos e trocar experiências.

Tanto António Vieira como Ana Silva reconhecem que o desafio de ter maior representatividade feminina no mundo tecnológico é um “trabalho a longo prazo”, mas que também existe um “sentimento de responsabilidade” para vencer este desafio. “As empresas vão desenvolver melhores produtos quando tiverem uma equipa mais diversa”, conclui a responsável pela área de recursos humanos.

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