Crise na Turquia

Sonae Sierra está atenta à crise na Turquia

Varlibas, em Trabzon, na Turquia.
Varlibas, em Trabzon, na Turquia. D.R.

A Sonae Sierra opera quatro shoppings na Turquia e presta serviços de comercialização em outros dois.

A Sonae Sierra está acompanhar com atenção a crise económica e cambial na Turquia, não prevendo, para já, alterações nas suas operações naquele país, onde gere quatro shoppings.

A empresa, controlada em 70% pela Sonae, faz a gestão e comercialização do Varlibas, em Trebizonda, do Balance Güneşli, em Istambul, do İldem Park, em Kayseri e do İzmir Avcilar Effect, em Esmirna. No total, são 55.600 metros quadrados de área bruta locável que a Sonae Sierra gere, envolvendo 224 lojas.

Em outros dois, a Sonae Sierra presta serviços de comercialização de lojas: no Mix Kayseri e no Byz Outlet, em Kayseri.

“Não comento a situação em si mas estamos atentos”, afirmou ao Dinheiro Vivo uma porta-voz da Sonae Sierra, frisando que, para já, não estão previstas alterações às operações da empresa naquele país.

A lira turca afundou esta sexta-feira 18% para um mínimo histórico face ao dólar, depois dos Estados Unidos terem duplicado as tarifas sobre metais turcos, levando a um escalar da crise nas relações comerciais entre os dois países.

No passado dia 14 de julho, a Sonae anunciou o reforço de posição na Sonae Sierra com a compra de uma participação de 20% ao parceiro Grosvenor por 255 milhões de euros. O grupo agora liderado por Claudia Azevedo, passou a deter 70% da gestora de centros comerciais.

A Sonae Sierra é dona 46 centros comerciais na Europa e na América do Sul com um valor de mercado de sete mil milhões de euros e 1,9 milhões de metros quadrados de área bruta locável. Em Portugal, detém entre outros, o Centro Colombo e Centro Vasco da Gama, em Lisboa, e o MaiaShopping, na Maia.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje

Estado ‘devolve’ em deduções 60% do Adicional ao IMI que cobra

Amoreira Óbidos

Espanha desapareceu do mapa e França descobriu o velho oeste português

António Mexia  (EDP) durante a cerimonia de assinatura de financiamento por parte do Banco Europeu de Investimento (BEI) da Windfloat Atlantic. Um projecto de aproveitamento do movimento eólico no mar ao largo de Viana do Castelo.
(Reinaldo Rodrigues/Global Imagens)

EDP quer exportar tecnologia do maior parque eólico flutuante do mundo

Outros conteúdos GMG
Sonae Sierra está atenta à crise na Turquia