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TACV. Islandeses apostam em voo diário para Portugal

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Companhia cabo verdiana foi adquirida por um grupo aéreo islandês. Operação como privada está agora a começar. E Portugal é prioritário

Ainda está a dar os primeiros passos como empresa maioritariamente privada mas ambição não lhe falta. A Cabo Verde Airlines – tradicionalmente conhecida como TACV (Transportes aéreos de Cabo Verde) – quer aumentar a frota para 12 aeronaves até 2023 e tornar a ilha do Sal num hub que permita servir os quatro continentes. Para já, são 12 os destinos para onde a companhia quer voar. E Portugal é destino prioritário.

Neste momento, a transportadora voa três vezes por semana para Lisboa, mas a 1 de julho arranca um voo diário para a capital portuguesa. Portugal torna-se, assim, o único destino para onde a transportadora vai voar mais vezes, adiantou Mário Chaves, assessor do novo CEO da companhia aérea, na apresentação desta nova etapa da empresa. “Hoje, temos um voo diário misturado entre a Praia e Sal. Em relação ao Sal, há um aumento de três frequências e meia para sete frequências”, defendeu.

E mercado há? “O ano passado mostrou que há”, respondeu Chaves, assumindo que as taxas de ocupação estão a melhorar e a refletir esta procura crescente. Agora que há certezas (sobre o futuro), estamos confiantes com todas as ações de marketing que estamos a fazer”, classificou.

A diversificação de rotas é um dos pontos fundamentais da nova vida privada da Cabo Verde Airlines – adquirida em 51% pela Loftleidir Icelandic, do Grupo Icelandair desde 1 de março -, que vai apenas servir rotas aéreas internacionais. Mas Mário Chaves realça que haverá uma estreita cooperação com a Binter para que o tráfego internacional também possa servir e ser servido pelas rotas domésticas. Neste momento, fazem-se as contas aos calendários e horários para que haja uma articulação plena que permita levar ao hub que a nova acionista privada tanto ambiciona.

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