TAP admite abdicar de slots em Lisboa para garantir apoio de Bruxelas

Companhia aérea portuguesa está disposta a abdicar de pelo menos seis faixas horárias de descolagem e aterragem no maior aeroporto do país para garantir aprovação da Comissão Pública à ajuda do Estado português.

A TAP admite abdicar de slots em Lisboa para conseguir obter a aprovação da Comissão Pública à ajuda do Estado. Esta é a nota de destaque na resposta às dúvidas de Bruxelas relativas ao programa de reestruturação da companhia aérea portuguesa, controlada atualmente pelo Estado em mais de 90%.

Em causa está a libertação de faixas horárias para descolagem e aterragem de aviões no maior aeroporto do país. A companhia aérea portuguesa conta atualmente com metade destas faixas no aeroporto Humberto Delgado e que são um dos seus maiores ativos.

Resta saber quais e quais as faixas a abdicar: o jornal Expresso desta sexta-feira escreve que a TAP está disposta a abdicar de seis slots; o jornal digital Eco noticiou na noite de quinta-feira que a companhia poderia libertar pelo menos dez faixas horárias.

As duas publicações recordam que Air France e Lufthansa, para serem ajudadas pelos governos de França e Alemanha, respetivamente, também tiveram de libertar espaço nos aeroportos.

Atenta a estas movimentações está a Ryanair. A companhia aérea irlandesa tem exigido que a TAP liberte slots em Lisboa para poder crescer no aeroporto da capital portuguesa.

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