aviação

TAP: CDS quer Estado fora da empresa “logo que possível”

João Gonçalves Pereira, deputado do CDS/PP
(Leonardo Negrão / Global Imagens)
João Gonçalves Pereira, deputado do CDS/PP (Leonardo Negrão / Global Imagens)

O CDS-PP considerou esta sexta-feira positiva a solução para a entrada do Estado na TAP ter sido feita “por acordo”, quer saber mais pormenores do acordado e defende que deve deixar de ser acionista “logo que possível”.

Em declarações aos jornalistas no parlamento, o deputado centrista João Gonçalves Pereira afirmou que o “acordo é certamente melhor do que o Estado nacionalizar toda a empresa”, mas exigiu mais elementos sobre esse acordo.

Gonçalves Pereira acredita que o Governo dará à Assembleia da República mais pormenores sobre o que foi acordado na quinta-feira, o plano estratégico para a empresa, e alertou para algumas dúvidas ou incógnitas, como a “posição da Comissão Europeia sobre o processo”.

Além do mais, é preciso saber qual o papel que o Estado pode ter na definição de rota, para as regiões autónomas e países com ligações a Portugal.

Lembrando que foi um Governo PSD/CDS a privatizar a TAP, o deputado centrista afirmou: “Assim que possível, assim que houver condições, o Estado deve sair da empresa.”

O Governo anunciou na quinta-feira à noite que chegou a acordo com os acionistas privados da TAP, passando a deter 72,5% do capital da companhia aérea, por 55 milhões de euros.

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