Hotelaria

Ocupação nos hotéis de Lisboa até novembro mais baixa do que em 2017

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Preços dos hotéis voltaram a crescer, mas a estada continua em queda.

A taxa de ocupação nos hotéis de Lisboa ficou nos 81,84% nos primeiros onze meses do ano, revelando uma ligeira quebra de 0,8% face ao período homólogo, revelou esta sexta-feira o Observatório do Turismo de Lisboa.

A hotelaria da capital fechou novembro a registar uma taxa de 81,84%, menos 1,7% do que em igual período do ano passado, com a estada a cair e os preços a subir.

Os resultados foram particularmente expressivos nos hotéis de três e de quatro estrelas, que apresentaram uma ocupação acima dos 80% (83,09% e 80,07%, respetivamente); nos hotéis de cinco estrelas a taxa não foi além dos 65,48%.

Quanto ao preço médio por quarto vendido (Average) e por quarto disponível (RevPar), todos os hotéis registaram aumentos. Nos estabelecimentos hoteleiros de três estrelas, o Average subiu 12%, atingindo os 70,35 euros, e o RevPar cresceu 11%, para 58,46 euros. Já as unidades de quatro estrelas cresceram 5,3% no Average e 3,8% no RevPar, chegando aos 88,04 e 70,49 euros, respetivamente. O Average dos hotéis de cinco estrelas foi de 170,06 euros, mais 3,1% do que no ano passado, e o RevPar situou-se nos 111,35 euros, mais 1,2%.

No acumulado do ano, de janeiro a novembro, o Average subiu para 112,82 (+8,7%) e o RevPar ficou-se pelos 92,34 (+7,9%).

Na hotelaria da Área Metropolitana de Lisboa (AML), segundo o Observatório do Turismo de Lisboa, o cenário é idêntico. Em novembro, destacaram-se os hotéis de três estrelas, que apresentaram uma ocupação de 79,77%, seguidos das unidades de quatro (74,26%) e de cinco (60,63%) estrelas.

Em média, o Average foi de 97,47 euros, um aumento de 5,2% em relação ao ano anterior. Já no RevPar, apenas os hotéis de cinco estrelas evidenciaram uma quebra, passando de 100,34 euros, em novembro de 2017, para 98,54 euros.

Até novembro, a taxa de ocupação nos hotéis da AML desceu 0,7%, para 79%. O mesmo não se verifica nos preços: o Average e o RevPar subiram 8,5% (109,69 euros) e 7,7% (86,66 euros), respetivamente.

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