Taxa turística

Taxa turística: Airbnb já deu 8 milhões de euros a Lisboa em dois anos

Fotografia: direitos reservados.
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A plataforma de arrendamento de casas entregou à autarquia da capital mais de 2,6 milhões de euros no primeiro semestre do ano, em taxa turística.

A Airbnb, plataforma de aluguer de casas por curtos períodos de tempo, entregou mais de 2,6 milhões de euros à autarquia de Lisboa em taxa turística no primeiro semestre do ano e quase um milhão de euros à Câmara Municipal do Porto.

“A Airbnb entregou à Câmara Municipal de Lisboa mais de 2,6 milhões de euros de receitas de taxa turística cobrada, em nome dos anfitriões, durante o primeiro semestre de 2018″, refere a empresa em comunicado enviado às redações. “Também no Porto a Airbnb entregou mais de 963 mil euros em taxa turística às autoridades da cidade durante a primeira metade de 2018. No total, desde abril de 2016 a Airbnb já coletou e entregou à capital portuguesa quase 8,1 milhões de euros em taxa turística paga pelos hóspedes, em nome dos seus anfitriões”.

A Airbnb explica ainda que, em termos globais, já entregou 9,1 milhões de euros, em taxa turística, em nome de anfitriões em Portugal, valores relativos às duas maiores cidades de Portugal.

A entrega da taxa turística por parte do Airbnb à cidade de Lisboa insere-se num acordo entre a plataforma e a autarquia para “promover a partilha responsável de alojamento e simplificar os processos” a todos os intervenientes. A empresa, ainda assim, deixa uma crítica à nova lei do Alojamento Local que, diz, vai “aumentar a burocracia e os custos”.

Arnaldo Muñoz, Country Manager da Airbnb Marketing Services para Portugal e Espanha, diz em comunicado, que: “A Airbnb vai mais além dos hotéis na distribuição de benefícios às famílias e às comunidades locais. E torna também mais fácil para os anfitriões pagar sua justa parte dos impostos e contribuir financeiramente para a cidade. As novas regras propostas são um passo na direção errada, pois vão prejudicar as famílias locais e aumentar a burocracia para todos. Queremos tornar mais fácil – não mais difícil – o cumprimento da Lei e continuaremos a trabalhar com os legisladores sobre regras baseadas no senso comum”.

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