Tecidos Made in Portugal preparam-se para arrasar em Londres

Tecidos, malhas e acessórios para confeção made in Portugal, fabricados por 18 empresas nacionais, estarão em destaque na The London Textil Fair, nos dias 15 e 16 de julho. Uma feira que reúne mais de 350 expositores de 18 países europeus e espera para esta edição cerca de 5000 visitantes.

A delegação portuguesa composta por dezoito empresas - Burel Factory, Eurobotónia, Fitecom SA, Gierlings Velpor, Imprimis by Gulbena, Jalimalhas, Lemar, Luís Azevedo & Filhos, NGS Malhas, QuickCode, Riopele, Teviz by Polopique, Texser/ Têxtil Serzedelo, Tintex, TMG Textiles, TMG Knittings,Troficolor, Vilarinho - viajam até Londres, para participar na The London Textile Fair, nos dias 15 e 16 de julho, e contam com o apoio da Associação Selectiva Moda, no âmbito do projecto From Portugal. A aposta é comum a todas, aumentar o volume de negócios e angariar mais clientes.

De acordo com a associação, as empresas portuguesas levam coleções que se caracterizam "pela elevada qualidade aliada a um design inovador". Em exposição estará um preview das coleções outono/inverno 2016, assim como os highlights da colecção primavera/verão 2017.

Alcino Gonçalves, manager da Eurobotónia, considera a The London Textile Fair "uma das feiras com maior projeção no que se refere a novidades em acessórios para confecção" e apresenta nesta edição a nova colecção de botões para o Outono/Inverno 2016. Angariar novos clientes e aumentar as exportações, são os objectivos principais.

A Lemar, uma presença habitual neste certame, pretende "aumentar o número de clientes e angariar novos contactos", afirmou Fátima Silva, assistente da administração da empresa. Esta empresa vai realça os tecidos com aspectos brilhantes, vinil, estampados gráficos, riscas em contrastes e também uma pequena pré-coleção de banho.

A têxtil Luís Azevedo & Filhos SA, especializada no fabrico de malhas, mostrará em Londres as principais tendências da sua coleção outono/inverno 16/17, que, segundo a empresa "se caracteriza pela riqueza de materiais ao nível de estruturas (jacquards com relevos e estruturas muito acentuadas) e de matérias primas muito nobres, assim como o destaque para as estruturas orgânicas, as matérias como uma segunda pele. A paleta de cores varia entre os neutros com algumas rupturas de cores e os tons pastel para criança.

Sílvia Azevedo, gerente da empresa, adianta que, "para a Luís Azevedo & Filhos o mercado inglês tem um grande interesse pela diversidade de oportunidade de negócios que representa. Sendo a nossa terceira participação, as expectativas são crescentes e esperamos um aumento do número de visitantes".

Também com a aposta do aumento e reforço do volume de vendas, vai a reprentação da empresa NGS Malhas, que regressa ao certame. Os seus destaques são as composições e misturas ricas e malhas estruturadas.

Já a Imprimis by Gulbena leva a Londres uma coleção que terá como foco tecidos de malha/telas estampados em fibras naturais com liocel, modal, viscose e algodão e mistura entre elas, combinando uma lata tecnologia de impressão digital. As expectativas da empresa são sobretudo, afirma Raquel Pereira, comercial da empresa, "aumento do volume de negócios e consolidação da nossa posição neste mercado".

A Texser/ Têxtil Serzedelo, considera o Reino Unido um mercado estratégico há muitos anos e pretende "consolidar a sua posição neste mercado", afirma José António, export customer manager da empresa. Destaque para os tecidos cardados, que terão um papel principal na coleção de inverno.

A The London Textile Fair reúne mais de 350 expositores de 18 países europeus e espera para esta edição cerca de 5000 visitantes. A feira divide-se em quatro áreas principais, dividindo os expositores por setor: têxteis, acessórios e guarnições, estúdios de impressão e roupas vintage.

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