Transportes públicos com menos 64 milhões de passageiros no primeiro trimestre

Metropolitano de Lisboa foi, das cinco empresas públicas de transporte de Lisboa e Porto, a que mais passageiros perdeu, com uma quebra de 71%. Com menos 50% de passageiros, a STCP, no Porto, foi a que menos perdeu

Só as cinco empresas públicas de transporte de Lisboa e Porto perderam, entre janeiro e março, mais de 64 milhões de passageiros face ao período homólogo. Em causa estão 42 milhões de passageiros transportados, uma quebra de 60% comparativamente aos 106 milhões de há um ano.

A notícia é avançada pelo jornal de Negócios, que destaca que o Metropolitano de Lisboa foi o que mais passageiros perdeu, com o segundo confinamento: transportou 11,7 milhões de pessoas, menos 71% do que no período homólogo em que tivera 39,8 milhões de passageiros.

A menos afetada foi a STCP, mas, mesmo assim, tem uma quebra da ordem dos 50%, passando de 16,8 milhões para 8,3 milhões de passageiros.

O metro do Porto transportou 6 milhões de pessoas, menos 61% do que no primeiro trimestre de 2020 (em que registou mais 15 milhões de passageiros); a Transtejo/Soflusa passou de 4,1 milhões para 1,7 milhões de utentes, uma quebra de 59%; e a Carris registou uma diminuição de 52% para 14,3 milhões de passageiros.

Fevereiro foi o mês de maiores perdas, o que não surpreende, já que o segundo confinamento começou a 15 de janeiro. Em março, todas as cinco empresas públicas de transporte de Lisboa e Porto conseguiram já atenuar as perdas.

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