Empresas

Turcos da OYAK concluem compra da Cimpor

Cimpor

Depois de Bruxelas ter dado luz verde, os turcos da OYAK concluíram a aquisição dos ativos da Cimpor.

Os turcos da Ordu Yardımlaşma Kurumu (OYAK) – primeiro e maior fundo de pensão ocupacional da Turquia – concluíram a compra de todos os ativos da Cimpor em Portugal e em Cabo Verde. A conclusão da operação ocorre após a Direção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia ter aprovado o negócio.

A OYAK – que já tem sete fábricas integradas de cimento, três moagens de cimento e 45 centrais de betão pronto na Turquia – vai integrar no seu portefólio três fábricas, duas moagens de cimento, 20 pedreiras e 46 centrais de betão, localizadas em Portugal e em Cabo Verde.

O objetivo dos novos donos da empresa é que esta volte a “ser uma grande empresa”. “A aquisição da Cimpor tem o claro propósito de fazer da Cimpor novamente uma grande empresa, tendo em conta o conhecimento acumulado pelos seus colaboradores nos últimos 46 anos. Queremos posicionar-nos, em conjunto com a Cimpor, para sermos um dos principais players mundiais na indústria do cimento”, diz em comunicado Suat Calbiyik, diretor-geral da OYAK Cement Group .

A notícia da compra da Cimpor – detida então pelos brasileiros da InterCement – aos turcos da OYAK foi dada no final de outubro do ano passado. A empresa turca pagou 795 milhões de dólares (cerca de 700 milhões de euros) pela Cimpor, segundo a Reuters naquela altura.

A OYAK Cement é líder do mercado cimenteiro na Turquia e teve, em 2017, um volume de negócios de cerca de 10,2 mil milhões de dólares (cerca de 8,9 mil milhões de euros) por ano e emprega mais de 30 mil pessoas, estando presente em 19 países. Opera em diversas indústrias (cimento e betão, mineração e metalurgia, automóvel, energia e química) e serviços (financeiros e logísticos).

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje

Página inicial

Pardal Henriques, do SNMMP. 
(MANUEL DE ALMEIDA/LUSA)

Sem acordo “por 50 euros”, diz sindicato. “Querem impor aumento”, acusam patrões

O advogado e porta-voz do sindicato nacional dos motoristas, Pardal Henriques. ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Pardal Henriques foi a personalidade mais mediática da greve

Outros conteúdos GMG
Turcos da OYAK concluem compra da Cimpor