Resultados Anuais

Vendas da Jerónimo Martins cresceram para os 14 milhões de euros

Pedro Soares dos Santos, CEO do Jeronimo Martins. Fotografia: Orlando Almeida
Pedro Soares dos Santos, CEO do Jeronimo Martins. Fotografia: Orlando Almeida

Polónia continua a ter um peso significativo nos negócios do grupo Jerónimo Martins, com resultados positivos também em Portugal

O negócio do grupo Jerónimo Martins na Polónia continuou, em 2015, a ter um impacto significativo nas contas globais, com as vendas a subirem 9,2%, atingindo os 9,2 mil milhões. Já em Portugal, as vendas do Pingo Doce aumentaram 5,4%, chegando aos 3,4 mil milhões de euros.

Nos dados das vendas preliminares que o grupo Jerónimo Martins enviou para a CMVM, é referido que no conjunto dos negócios as vendas líquidas cresceram 8,3% para os 13,7 mil milhões de euros.

Na Polónia, a Biedronka executou o seu programa de expansão, inaugurando 102 lojas, e fechou o ano com 2667 localizações. O grupo refere que na Polónia, os resultados foram suportados “pelo forte crescimento de volume, mais do que compensando a deflação registada no cabaz”. Acrescentando que “o número de visitas e o valor médio de compra, contribuíram positivamente”.

Também na Polónia, mas no sector das drugstores, com a marca Hebe, o ano terminou com a existência de 134 lojas e vendas de 100 milhões de euros.

Quanto ao mercado nacional o grupo liderado por Pedro Soares dos Santos salienta que “as promoções continuaram a manter uma importância central na dinâmica do mercado”. E “a inflação alimentar no país foi positiva, registando uma média de 1,1% até novembro”.

O Pingo Doce “manteve uma intensa estratégia promocional, melhorando a sua experiência de compra com a remodelação das lojas”, o que influenciou o resultado, atingindo os 3,4 mil milhões de euros, mais 5,4% que em 2014.

No Recheio as vendas subiram 4,1%, para os 832 milhões de euros, beneficiando “da melhoria das tendências no canal HoReCa (hóteis e restauração).

Fora de Portugal a ARA abriu o seu segundo centro de distribuição na costa do Caribe, onde já contava com 41 lojas, permitindo assim uma melhor distribuição pelas lojas existentes na Colômbia. No final já contava com 97 lojas, com as vendas a atingirem 122 milhões de euros.

 

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