Vendas grossistas de produtos alimentares para hotelaria com suave retoma

A faturação das empresas grossistas de produtos alimentares em Portugal cresceu 2,2% no exercício 2016, atingindo 1.145 milhões de euros

A faturação das empresas grossistas de produtos alimentares em Portugal (excluindo as vendas ao canal de alimentação) cresceu 2,2% no exercício 2016, atingindo 1.145 milhões de euros, num contexto marcado pelo crescimento do consumo privado, de acordo com o estudo Setores “Grossistas de Produtos Alimentares para Hotelaria” publicado pela Informa D&B, o que revela uma "suave retoma das vendas".

O estudo dá conta que "esta evolução junto com a tendência crescente registada nos dois anos anteriores, com taxas de 1,4% e 1,8%, permitiu que o valor do mercado se incrementasse em cerca de 60 milhões de euros entre 2013 e 2016".

Quanto ao fiuturo as previsões para o curto prazo apontam "para uma prolongação da tendência crescente da procura, de modo que para os exercícios 2017 e 2018 estima-se um aumento adicional do valor do mercado perto de 1 a 2% anual".

Em Portugal estão registadas na atividade de comercialização grossista de produtos de alimentação 9.155 empresas em dezembro de 2015, valor ligeiramente superior ao que se tinha contabilizado no fim do exercício anterior.

Os grupos mais numerosos são os das empresas dedicadas ao comércio grossista de frutas, legumes e verduras (2.247 em dezembro de 2015), de bebidas (1.403) e de produtos de carne (809); além das empresas não especializadas, cujo número se fixou em 972.

Cerca de 90% dos operadores contam com menos de dez empregados, sendo estas empresas, em geral, companhias de caráter familiar e com um âmbito de atuação regional. Estas empresas de pequena e média dimensão costumam agrupar-se em centrais de compra, a fim de beneficiar de melhores condições dos seus fornecedores.

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