Viagens de autor marcam crescimento das agências da Pinto Lopes Viagens

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Após o lançamento, no ano passado, do produto “Viagens de Autor”, com três personalidades da literatura – Raquel Ochoa, Gonçalo Cadilhe e José Luís Peixoto -, o êxito da Pinto Lopes Viagens multiplicou-se ao ponto de crescer 10% apesar da crise. A agência de Lisboa, aberta em 2012, duplicou a faturação em 2013 e promete mais crescimento este ano.

“Nos anos anteriores, crescemos 20% e 30%, portanto houve algum impacto: os clientes que viajavam duas e três vezes por ano, agora viajam uma ou duas”, explicou o administrador Rui Pinto Lopes, à margem dos eventos de apresentação do novo catálogo, hoje, no Porto, e que terão vez em Lisboa, no próximo sábado e domingo, num cruzeiro no Tejo. “Tinha apontado para dois barcos, já vou em cinco reservados e, parece-me, ainda vamos precisar de seis”, regozija-se Rui Pinto Lopes, antevendo crescimento a Sul durante este ano.

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A faturação, só no Porto, já tinha atingido os oito milhões de euros, à conta de 9500 passageiros transportados e uma execução de 90% das viagens do catálogo anterior. O novo, com 288 páginas e muitas novidades, promete angariar mais clientes e contratar pessoal. “Em 2013, em contraciclo com os restantes, contratamos três pessoas; este ano, para já, contratamos mais uma”, adianta.

A novidade, este ano, são três novos autores – Tiago Salazar, Fernando Alvim e Rui Massena -, mantendo-se viagens com os anteriores, e uma dezena de novos destinos. “Este ano, vamos à Moldávia, que é o penúltimo país da Europa onde nos faltava levar pessoas. Para o ano, faremos o último: a Bielorrússia”, confessa Rui Pinto Lopes.

O segredo do sucesso, que “não se pode ensinar à concorrência”, reside na fidelização dos clientes, alguns dos quais “viajam há mais de 20 anos” com a Pinto Lopes Viagens, hoje trazendo “os filhos e os netos, além dos amigos”. Quanto à crise, o administrador reconhece que acabou por “trazer vantagens: cortou-se “gorduras”, tornou-se a máquina mais eficiente e reforçou-se a oferta no segmento conforto (mais barato)”.

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