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Web Summit vai ser online e offline. E passa para Dezembro

Paddy Cosgrave, criador da Web Summit.

( Nuno Pinto Fernandes/ Global Imagens )
Paddy Cosgrave, criador da Web Summit. ( Nuno Pinto Fernandes/ Global Imagens )

A organização da Web Summit emitiu um comunicado onde revela que a cimeira vai decorrer de 2 a 4 de dezembro, online e offline.

A Web Summit, uma das maiores cimeiras de empreendedorismo e tecnologia do mundo, vai realizar-se tanto online, como offline. Contudo, e ao contrário do que tem acontecido nos últimos anos, não vai ter lugar no início de novembro, mas sim no início de dezembro – de 2 a 4 de dezembro.

“A Web Summit vai acolher mais de 100 mil fundadores, parceiros e oradores na sua plataforma de conferências proprietária online. Esta vai ser a segunda conferência online da Web Summit na sua própria plataforma, depois de a Collision from Home (de 23 a 25 de junho) que tem mais de 30 mil participantes, trazendo pessoas de mais de 140 países de todo o mundo”, pode ler-se no comunicado da Web Summit.

A Collision realiza-se em Toronto, no Canadá. No entanto, e devido à pandemia de covid-19, a organização do evento – a mesma que da Web Summit – decidiu transformar o evento este ano numa iniciativa online.

Os bilhetes para a edição online do Web Summit já estão à venda. “A Web Summit online vai estar muito focada em acelerar a recuperação económica de Portugal, trabalhando em conjunto com as autoridades portuguesas de forma a promover os objetivos fundamentais e mensagens do País”.

A organização do evento explica ainda que vai transmitir debates (talks) a partir de um estúdio na Altice Arena, em Lisboa, bem como de outros estúdios espalhados por Portugal. “Pela primeira vez na Web Summit, vai haver um canal dedicado a Portugal. Durante três dias, os CEO de centenas das principais startups de Portugal e de grandes empresas vão ser entrevistados, enquanto universidades e outras instituições de investigação vão também participar. O canal Portugal vai também incluir conteúdos sobre a cultura, arte, tradição e turismo do País”.

Além disso, vai apresentar Lisboa como “um destino tecnológico e mostrar muitas das oportunidades de investimento no País”. O programa Road2WebSummit vai decorrer como habitualmente e a Web Summit vai dar mais 100 passes a startups portuguesas escolhidas pela Startup Portugal. Por outro lado, vão ser disponibilizados de forma gratuita 50 mil bilhetes para estudantes universitários, bem como recém-licenciados, que tenham interesse em trabalhar para startups portuguesas ou em criar as suas empresas. A organização do evento está ainda “comprometida” em marcar 10 mil encontros por videoconferência entre firmas portuguesas e investidores, jornalistas e potenciais clientes e parceiros.

Paddy Cosgrave, CEO da Web Summit, em comunicado, sublinha que durante esta semana milhares de pessoas têm-se ligado através da sua plataforma e que ainda há seis meses para que continuem a desenvolver a plataforma. “A nossa plataforma online vai permitir à comunidade portuguesa encontrar pessoas de todo o mundo e fazer ligações valiosas que são de alguma forma semelhantes às do mundo real. Estamos comprometidos em trabalhar com as autoridades portuguesas para trazer o maior benefício económico possível para o País”.

A Web Summit diz que a decisão sobre o evento em Lisboa, provavelmente, vai ser tomada no início de outubro. “Nessa altura, qualquer que seja a decisão vai ser no formato da Web Summit em Lisboa vai aderir aos protocolos de saúde de Portugal para eventos. Essa decisão vai ser revista semanalmente e sujeita a mudanças de protocolos de saúde até à abertura da Web Summit em Lisboa a 2 de dezembro. Os bilhetes para a Web Summit em Lisboa vão ficar à venda no início de outubro, se os protocolos de saúde portugueses permitirem eventos nessa altura.”

(Notícia atualizada pela última vez às 10:04)

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