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Yupido promete “plataforma de media mais bonita e poderosa que o mundo já viu”

Foto: Gustavo Bom / Global Imagens
Foto: Gustavo Bom / Global Imagens

O fundador da Yupido acredita que "as pessoas vão perceber que esta situação não é esquisita"

Ainda não tem sede, mas já iniciou “algumas diligências” para a sua construção. O primeiro grande serviço vai ser lançado “a nível mundial” em 2018, altura em que serão contratadas “cerca de 206 pessoas” pela empresa que “trabalha em tecnologias” e desenvolve algoritmos. E que está a preparar o registo de 42 patentes.

É por estas e outras razões que a avaliação de 28,8 mil milhões de euros atribuída à Yupido “não é um valor muito alto para o mercado”, afirma em entrevista ao Jornal Económico Torcato Jorge, presidente e um dos fundadores da empresa que tem andado nas bocas do mundo nos últimos dias.

O responsável garante que o valor resultou de “um processo de avaliação exaustivo, esgotante, e extensivo para as pessoas que trabalham na empresa, porque foi praticamente um ano de constante auditoria, revisão, explicação de técnica, apresentações a várias pessoas e constantes validações, por ser um valor interessante para nós”.

 

E sublinha que António Alves da Silva, o revisor oficial de contas de 87 anos que avaliou o ativo da Yupido, “utilizou os métodos que à data eram os mais corretos para avaliar um ativo intangível desta espécie, que é o discounted cash flow“.

Torcato Jorge adiantou ainda ao Jornal Económico que o primeiro serviço da empresa vai ser lançado através da marca Quaquado, que a empresa registou no ano passado, e tem como objetivo “dar apoio aos empreendedores a criar novas empresas e a gerir as suas empresas”.

A Yupido registou ainda a marca Kuaboca, sob a qual deverá lançar um serviço ligado à comunicação. O nome foi escolhido, segundo o responsável, porque “o método preferencial de comunicação das pessoas é falarem umas com as outras, com a boca”. Torcato Jorge promete “a plataforma de media mais bonita e mais poderosa que o mundo já viu”.

O fundador da Yupido, que afinal se lê “Yup I Do”, garante que a empresa está a colaborar com as autoridades, e acredita que no fim, “as pessoas vão perceber que esta situação não é esquisita”.

 

 

 

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