mobilidade

“Corredor na A5 para bus pode não chegar este ano”

Carcavelos, 27/05/2019 - Primeiro dia das "Conferências do Estoril 2019", evento que decorre de 27 a 29 de maio na Nova SBE.
Carlos Carreiras, Presidente da Câmara de Cascais

( Filipa Bernardo/ Global Imagens )
Carcavelos, 27/05/2019 - Primeiro dia das "Conferências do Estoril 2019", evento que decorre de 27 a 29 de maio na Nova SBE. Carlos Carreiras, Presidente da Câmara de Cascais ( Filipa Bernardo/ Global Imagens )

Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais, aguarda acordo com a Brisa

A mobilidade é um pilar chave para 2020 na Câmara Municipal de Cascais. Numa antevisão do que será o próximo ano em termos de grandes apostas, investimentos e eventos o autarca voltou a destacar esta temática. A localidade quer continuar a ser uma referência internacional.

Carlos Carreiras quer deixar marca neste campo e uma das formas de o fazer é implementar um corredor só para autocarros na auto-estrada Lisboa-Cascais (A5). À margem do evento, em declarações ao Dinheiro Vivo, reafirmou a intenção, mas está “preocupado com o facto de Fernando Medida [presidente da Câmara Municipal de Lisboa] ter anunciado uma segunda circular sem um corredor só para autocarros”. Até porque “daria continuidade ao que viria de Cascais”.

A preocupação não se fica por aqui. “O corredor depende do acordo que se conseguir fazer com a Brisa e que pode não ficar concluído este ano”. Assim, o projeto não será uma realidade em 2020. Das negociações com a empresa privada poderão fazer parte vários ingredientes, um deles “dar mais anos de concessão à Brisa de modo a que venha a fazer este investimento”.

Numa altura em que a Brisa está a ser vendida, as prioridades da companhia poderão não estar alinhadas com as prioridades do município nem do governo, o que poderá arrastar por mais tempo esta decisão.

A intenção do autarca ganhou voz no verão de 2018 quando falou nele à comunicação social. No arranque do ano seguinte foi integrado no Programa Nacional de Investimentos (PNI) 2030, no âmbito dos vários projetos de desenvolvimento dos transportes das Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto.

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