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No debate da Money Conference sobre a banca no pós Covid-19, o CEO do BPI sublinha que "não há receitas certas com aplicações imediatas" para enfrentar a crise pandémica.
O CEO do BPI considera que as moratórias disponibilizadas não podem ser vistas "como um 'empurrar com a barriga'". Para João Pedro Oliveira e Costa as moratórias foram um "tema fundamental para apoiar as famílias no momento zero" da pandemia.

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"O setor financeiro respondeu muitíssimo bem" à crise, "quer em ter soluções do lado do crédito quer em rácios de liquidez". Mas a incerteza tolda a visão de futuro, aponta o CEO do BPI. "Para a frente é uma grande dúvida e dificuldade de visão mas penso que acima de tudo temos de ter prudência. Não há soluções mágicas."
Sobre se as medidas disponibilizadas são suficientes, o CEO do BPI indica que "fazer totobola no final do jogo é muito fácil, difícil é tomar medidas". João Pedro Oliveira e Costa destaca que "foram as medidas que era possível aplicar, com os dados disponíveis a cada momento".

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