As respostas do Minipreço que garantiram a proximidade em Portugal

O mundo do retalho começou a ser visto com outros olhos e, na linha da frente durante estes meses, estiveram todos aqueles que protegem funcionários e clientes com mini respostas, com grande impacto.

A pandemia de Covid-19 veio mostrar-nos a necessidade de olhar de forma diferente para o mundo do trabalho. No entanto, se muitos tiveram a sorte de trabalhar remotamente a partir de casa, outros tantos não tiveram essa possibilidade.

O setor do retalho foi um deles. De lojas abertas durante todo o período de confinamento, desde 9 de março que os CEO’S das operações da DIA em Portugal, Brasil, Espanha e Argentina têm vindo a partilhar as melhores práticas, tendo como foco os seus colaboradores.

Para o diretor executivo do Minipreço, Miguel Guinea, foi “um grande sentimento de orgulho pelo esforço e pela responsabilidade demonstrados pelos nossos colaboradores. Sabíamos que ao proteger os nossos colaboradores, estávamos ao mesmo tempo a proteger os nossos clientes e a prestar um serviço à sociedade.

Para além da função de assegurar a alimentação a todas as pessoas, o retalho teve, durante este tempo, um papel importante ao tentar evitar o caos, mas não fica por aí. As lojas Minipreço desenvolveram ações de solidariedade, como os Minigestos Solidários, respondendo à crise através de mini respostas.

“Em termos de lojas, mantemos a nossa liderança no setor do retalho de proximidade como valor irrenunciável da insígnia Minipreço”, revelou Miguel Guinea que disse ainda existirem lojas perto dos clientes e ajustadas à nova realidade. Para além disso, o grupo entrou também, recentemente, no mercado online em Portugal.

O próximo passo é “avançar para uma segunda fase que, obviamente, terá presente todas as lições que aprendemos com o COVID-19, principalmente em termos de consumer behaviour, e que serão colocadas em prática muito brevemente”, rematou.

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