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Ironhack: Nesta escola de código há emprego garantido e bolsas para mulheres

Escola de programação Ironhack vai funcionar no espaço de trabalho partilhado das Galerias de São Bento, em Lisboa. (Foto: DR)
Escola de programação Ironhack vai funcionar no espaço de trabalho partilhado das Galerias de São Bento, em Lisboa. (Foto: DR)

Nova escola de programação instala-se em Lisboa em 2019 e vai concorrer com Academia de Código, Eddisrupt e Le Wagon.

A Ironhack é a nova escola de programação de Portugal. Lisboa é a 11.ª cidade a receber uma das mais conhecidas escolas para aprender a escrever código (e não só) e que garante mais de 90% de emprego em grandes empresas. Os primeiros cursos da Ironhack vão começar em 2019, depois de um investimento inicial de cerca de um milhão de euros.

“Estamos a expandir para mercados com grande procura de talentos na área tecnológica: onde as empresas se movimentam em massa mas onde as instituições de ensino locais não estão tão capacitadas para dar a formação adequada à procura do mercado. Queremos oferecer as ferramentas necessárias para que estes profissionais possam ser contratados pelas empresas tecnológicas”, justifica Álvaro González, diretor-geral da Ironhack Lisboa, em nota enviada às redações.

A escola de código criada em Espanha vai arrancar em Portugal com cursos intensivos em áreas como programa, UX design e análise de dados que duram entre 9 e 24 semanas, conforme a opção por cursos a tempo inteiro ou a tempo parcial. Esta formação será dada nas Galerias São Bento, um espaço de trabalho partilhado no centro da capital. A tempo inteiro, estarão a trabalhar oito pessoas (entre staff e professores fixo), às quais irão juntar-se até 10 professores assistentes.

Cada curso custa, no mínimo, seis mil euros, mas a Ironhack garante que os participantes vão encontrar emprego em grandes empresas internacionais, como Google, Mastercard, Cabify e El Corte Inglés. “Considerando tudo isto e a realidade de que as universidades não estão a conseguir criar profissionais tão rapidamente quanto o mercado procura, a Ironhack, com uma taxa de colocação de mais de 90%, apresenta um posicionamento focado na reabilitação de profissionais, conseguindo otimizar diferentes perfis com recurso a formações atualizadas anualmente – muitas vezes distintas das que são lecionadas nas universidades – e alinhadas com a procura e tendências do mercado.

Em 2019, a Ironhack pretende formar 130 pessoas em 10 turmas e tem como objetivo “alcançar os 100% de empregabilidade na área em Portugal”.

Bolsas e workshops
A escola espanhola também quer ter uma palavra a dizer na redução de desiguldade de género na área de tecnologia. Por isso, a Ironhack vai ter bolsas de estudo para mulheres, de modo a apoiar a formação de mais programadoras.
Está ainda prevista a realização de vários workshops de programação em cidades como Porto, Coimbra e Setúbal, acrescenta a escola em resposta às perguntas do Dinheiro Vivo.
Em Portugal, a Ironhack vai contar com concorrentes como a Academia de Código, a Eddisrupt e a Le Wagon, que há vários anos têm ajudado a formar centenas de programadores.
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