inovação social

AidHound vence prémio de inovação social do Montepio

Os vencedores da primeira edição do Montepio SocialTech. (DR)
Os vencedores da primeira edição do Montepio SocialTech. (DR)

A startup portuguesa vai receber dez mil euros e seis meses de incubação na Canopy.

Com um software que promove a eficiência das operações das organizações sociais, a startup portuguesa AidHound foi a vencedora da primeira edição do Montepio Social Tech, o programa da Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) de apoio ao empreendedorismo e inovação social com base tecnológica.

A AidHound, que utilizou a Comunidade Vida e Paz no seu projeto-piloto, desenha e organiza as rotas de intervenção das equipas, partilhando-as com organizações amigas. Ao vencer o programa do Montepio, de um grupo de dez finalistas, vai receber dez mil euros e seis meses de incubação na Canopy.

“O empreendedorismo social tem vindo a crescer em Portugal e é um motor importante para o aumento da inclusão, justiça e prosperidade. E a CEMG, enquanto banco da economia social e do empreendedorismo social, tem sido uma peça importante deste movimento, estando junto da comunidade empreendedora desde muito cedo”, indica em comunicado João Lopes Raimundo, administrador da CEMG.

O vencedor do Montepio Social Tech foi anunciado esta segunda-feira no final do Demo Day, onde os 10 projetos finalistas apresentaram o seu pitch final. A iniciativa esteve inserida na conferência europeia sobre inovação social a decorrer na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Na cerimónia foi ainda distinguido o projeto Polis, com uma aplicação móvel que potencia a comunicação entre cidadãos e representantes políticos, que venceu o prémio atribuído pela Santa Casa da Misericórdia da Lisboa, no valor de 3.500€.

Regresso em 2018

O Montepio Social Tech vai voltar em 2018 com uma nova edição. “Queremos repetir o programa no próximo ano. É esse o nosso compromisso e já está orçamentado”, garantiu Fernando Amaro, responsável da direção comercial de economia social do Montepio, em declarações ao Dinheiro Vivo.

“Vamos a manter a nossa base: acelerar projetos de empreendedorismo social de base tecnológica. Poderá haver algumas melhorias a nível de mentoria e também temos de avaliar qual a maturidade dos projetos escolhidos, se mais homogénea ou mais heterogénea”, referiu Fernando Amaro.

O Montepio Social Tech contou com parceiros como o Laboratório de Investimento Social, Fundação Calouste Gulbenkian, Impact Hub Lisbon, Santa Casa, Microsoft, Deloitte, Universidade Católica e Universidade do Porto.

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