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Blue Bio Value: 15 empresas, cinco são portuguesas

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A segunda edição do Blue Bio Value, um programa de aceleração de empresas ligadas à bioeconomia azul, conta com 15 empresas, de nove países.

Para a segunda edição do Blue Bio Value, um programa de aceleração de empresas ligadas à bioeconomia azul – que começou esta terça-feira, 8 de outubro – foram selecionadas 15 startups provenientes de nove países (Portugal, Espanha, Dinamarca, Suíça, Itália, Canadá, Brasil, Reino Unido e Índia). Portugal é o país mais representando, contando com cinco empresas.

O programa de aceleração, de acordo com o comunicado enviado às redações, vai permitir às empresas validar a tecnologia que têm vindo a desenvolver, adquirir competências de gestão e criar bases para o desenvolvimento de novos negócios sustentável e economicamente viáveis, para que possam competir num mercado global; e aceder a uma rede única de mentores, nacionais e internacionais, parceiros especialistas de várias indústrias e potenciais clientes e investidores.

Miguel Herédia, da Fundação Oceano Azul, uma das entidades que promove este programa, considera que: “ultrapassámos todas as expectativas que tínhamos, ao mais do que duplicar o número de candidaturas recebidas e conseguirmos atrair projetos de 21 nacionalidades diferentes, o que confirma a nossa convicção de que Portugal é um sério candidato à liderança na transição para uma bioeconomia azul, que acreditamos já estar a acontecer”.

Durante o programa de aceleração, as startups que mais se destaquem “poderão receber um prémio de 45 mil euros, para o desenvolvimento dos seus projetos”.

As portuguesas

Há cinco startups portuguesas a participar na segunda edição do Blue Bio Value. A primeira é a BLUMAN, que está focada em biopolímeros e nas aplicações médicas desenvolvidas a partir de organismos marinhos, de acordo com a página do Blue Bio Value. A BODYOCEAN é outra das participantes lusas. Desenvolve produtos para o cuidado da pele a partir de algas marinhas colhidas nos Açores.

A INCLITA SEAWEED SOLUTIONS é uma startup biotecnológica, que está ainda numa fase inicial, e que trabalha no desenvolvimento sustentável, produção, valorização e comercialização de extratos de algas funcionais. A SEA4US é uma biofarmacêutica que está focada na descoberta e desenvolvimento de novos medicamentos que têm por base compostos marinhos.

E por fim, a VIEAQUA, uma startup de aquacultura que está a desenvolver o primeiro incubador de vieiras e a cultura offshore em Portugal, de acordo com a página do Blue Bio Value.

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