BmyGuest: A arte portuguesa de bem receber

BmyGuest foi lançada em 2013
BmyGuest foi lançada em 2013

Sol, praia e gastronomia. Estas são as três imagens dominantes quando os turistas pensam em visitar Portugal. Mas para o país se vender lá fora, e atrair mais visitantes, é essencial ter uma oferta hoteleira e residencial de qualidade.

Para a BmyGuest o segredo do negócio passa pela diversidade e qualidade de serviços a oferecer aos hóspedes durante as suas estadias. A quantidade de imóveis disponíveis não é aqui essencial, acredita a empresa de arrendamentos de curta duração.

“Acho importante que quando os hóspedes chegam a Portugal terem uma série de ofertas, desde o início até ao final da estadia, que vão permitir aumentar a satisfação de quem nos visita”, diz Pedro Coelho Martins, dono da BmyGuest.

Os hóspedes podem assim contratar desde um sushiman, passando por uma babysitter, ou até um motorista caso não queiram conduzir o automóvel alugado.

Para quem está interessado em rentabilizar o seu dinheiro, a empresa oferece a oportunidade de “investir num apartamento para depois ter uma rentabilidade interessante ao ano, em vez de ter um depósito normal a prazo”.

Outra das ofertas é a BmyGuest Experiences, ou seja, experiências de atividades agregadas ao alojamento.”Se estivermos a falar no Porto, por exemplo, pode ser uma visita vinícola; se for no Alentejo, pode ser uma semana de surf nos nossos apartamentos”, explica.

Lançada em outubro de 2013, a empresa conta atualmente com cerca de 30 imóveis. “Privilegiamos a localização, o conforto e a decoração. São três factores-chave para termos um apartamento connosco”, explica Pedro Coelho Martins.

Estes três pontos são essenciais para a BmyGuest fazer a gestão e arrendamento de qualquer imóvel. “Às vezes é complicado dizer ao proprietário que o apartamento não serve. No entanto, só o conseguimos rentabilizar se tiver estas características”.

A maior parte dos imóveis para arrendamento de curta duração estão disponíveis em Lisboa e no Porto. Para o futuro próximo, a prioridade é “avançar para o Algarve” e para outras regiões. “Procuramos sítios únicos, mesmo no interior do país, como no Alentejo, mas é importante que nestas regiões a oferta seja realmente diferenciadora”, sublinha.

O futuro da BmyGuest vai passar pela internacionalização. “O caminho mais lógico será avançar para os Palop (países africanos lusófonos)”, revela Pedro Coelho Martins. Neste momento, a larga maioria dos clientes da empresa são estrangeiros (80%), essencialmente famílias francesas e alemãs.

O balanço dos primeiros seis meses da empresa de arrendamento de curta duração “é muito positivo”, afirma o responsável. Apesar de estar satisfeito por ainda não ter tido queixas, a BmyGuest declara que está preparada para atuar.

“Orgulhamo-nos de não termos tido ainda nenhuma reclamação. Mas elas, no entanto, vão haver. Temos é que ter capacidade de as resolver rapidamente”, garante Pedro Coelho Martins.

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