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Boas ideias com cortiça: procura-se fazedores

Amorim Cork Ventures anda à procura de ideias e negócios que usem a cortiça como matéria-prima.
Amorim Cork Ventures anda à procura de ideias e negócios que usem a cortiça como matéria-prima.

Se tem uma ideia que inclua a cortiça, esta talvez possa ser a oportunidade de que está à espera para passar do papel à prática.

A Amorim Cork Ventures, incubadora da Amorim dedicada a projetos e negócios ligados à cortiça, tem pela primeira vez aberto um concurso de incentivo ao empreendedorismo. Para isso, abriu a 1.ª call para empreendedores, com candidaturas abertas até 23 de março.

Ao concurso podem candidatar-se pessoas com ideias de produtos ou negócios ligados à cortiça. A ideia deve estar orientada fundamentalmente para os mercados externos.

Os projetos ou negócios em fase inicial serão acompanhados e desenvolvidos na incubadora da Amorim, em Mozelos.

“À medida que vamos vendo o potencial da ideia, a Amorim aparece como principal investidor e como sócio minoritário das empresas”, explica Paulo Bessa, diretor da Amorim Cork Ventures.

Durante um período de incubação que pode ir até nove meses, os candidatos são acompanhados por especialistas, de maneira a poderem fazer crescer a ideia e pensarem nela como um potencial negócio.

Criada em junho de 2014, a incubadora recebeu até ao início deste ano cerca de 100 propostas de ideias e negócios, associados à cortiça. Alguns dos projetos foram apresentados por empreendedores estrangeiros.

De todas as propostas apresentadas, sete foram incubadas na Amorim Cork Ventures e duas tornaram-se startups. A incubadora investiu já 350 mil euros nos projetos apoiados. Os negócios, da área das tecnologias e também relacionados com o ecodesign, que estão incubados na Amorim Cork Ventures preparam-se para ser lançados em breve, garante o diretor da incubadora ao Dinheiro Vivo.

O próximo passo é atrair ideias de negócio de fazedores estrangeiros para que desenvolvam os seus projetos na incubadora de Mozelos.

Mais informações, aqui.

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