Entregas

Breadfast compra A Tigela Nova para reforçar entrega do pequeno-almoço

Mário Tarouca, fundada da Breadfast. Fotografia: DR
Mário Tarouca, fundada da Breadfast. Fotografia: DR

As duas startups juntaram-se para reforçar a carteira de clientes no mercado particular e empresarial. Porto e Madrid poderão ser as próximas cidades.

Não só de almoços e jantares se faz o mercado de entregas em Portugal. Nos últimos anos também nasceram várias empresas portuguesas que levam o pequeno-almoço a casa graças às encomendas através da internet. A Breadfast, uma das maiores empresas neste segmento de mercado, acaba de reforçar a dose: comprou a concorrente A Tigela Nova e tornou-se na líder da entrega dos pequenos-almoços em Portugal. O valor do negócio não foi revelado.

“Juntámos a Breadfast e A Tigela Nova para aumentar a produção e aumentar as economias de escala”, destaca João Freitas, o responsável de marketing da Breadfast, em declarações ao Dinheiro Vivo. Todos os produtos são feitos a partir de uma cozinha em Alfama, um dos bairros mais famosos de Lisboa.

As duas startups vão continuar a funcionar com uma marca própria e vão reforçar o seu público-alvo: “a Breadfast serve sobretudo para o alojamento local e para as empresas; A Tigela Nova destina-se aos clientes particulares, graças aos seus menus, que são entregues em sacos”.

Os pequenos-almoços são entregues na região de Lisboa de segunda a domingo entre as 7h e as 11h da manhã, desde que as encomendas sejam feitas pela internet até à meia-noite do dia anterior.

E como a entrega da primeira refeição do dia ainda não é explorada por empresas como a Uber, Glovo ou a SendEat, a Breadfast diz que está disponível para parcerias com estas marcas. As encomendas também poderão passar a ser entregues noutras cidades nos próximos anos, como Porto ou Madrid, conclui João Freitas.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Caixa Geral de Dep—ositos -

Sete dos créditos de risco da CGD tiveram perdas de 100%

Fotografia: REUTERS/Eloy Alonso

Santander anuncia fecho de 140 balcões no Reino Unido

Operadores da Groundforce onde a operação da empresa de ‘handling’ Groundforce inclui números como cinco minutos e 400 toneladas, mas também o objetivo de chegar ao fim de 2019 com 3.600 colaboradores, aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, 22 de janeiro de 2018. Para que os aviões estejam no ar, a Groundforce faz toda a assistência em terra, excetuando o fornecimento de comida e de combustível, como resume o presidente executivo da empresa, Paulo Neto Leite, numa visita guiada aos ‘bastidores’ do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. MÁRIO CRUZ/LUSA

Com o aeroporto de Lisboa “no limite”, Groundforce exige à ANA que invista já

Outros conteúdos GMG
Conteúdo TUI
Breadfast compra A Tigela Nova para reforçar entrega do pequeno-almoço