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Consórcio BlockStart procura novos projetos baseados em blockchain

empreendedores, fazedores; startups

O consórcio europeu abriu nova call a projetos de fintech, retalho e TIC baseados em blockchain. Candidaturas até ao final de setembro.

O consórcio BlockStart, que é liderado em parceria pela portuguesa Bright Pixel em parceria com a comunidade tecnológica F6S e a consultora de inovação CIVITTA, abriu uma nova call para projetos em áreas como fintech, retalho e tecnologias de informação e comunicação baseados em blockchain. As candidaturas estão abertas até ao dia 30 de setembro.

As startups selecionadas vão poder contar, de acordo com o comunicado, com um financiamento que pode chegar aos 20 mil euros equity free – ou seja, sem os empreendedores terem de, em trocar, ceder participação – e mentoria em cada equipa escolhida para criar um piloto da sua solução.

Benjamin Júnior, diretor da Bright Pixel, coordenadora do programa, explica em comunicado que a “tecnologia de blockchain tem sido desafiada por diversos setores para mostrar como pode verdadeiramente impactar a otimização e transparência dos processos. Com este consórcio, pretendemos esclarecer as comunidades tecnológica e empresarial sobre o potencial desta tecnologia, impulsionando, por um lado, mais empreendedores a criarem soluções e, por outro, mais empresas a testarem essas soluções em ambiente real. Só desta forma é que conseguimos provar que esta é uma tecnologia a considerar no futuro”.

Segundo o comunicado, esta é a segunda de três calls deste programa intensivo. Este programa tem três fases: a primeira “Arranque de Ideação”, que consiste numa sessão em que 20 projetos são apresentados perante uma plateia de PMEs potenciais clientes; depois as 10 melhores soluções de blockchain/distributed ledge technologies (DLT) são selecionadas para a fase “Protótipo”, passando por um período de mentoria e aceleração com a duração de quatro meses e o objetivo de apoiar o ajuste do produto às necessidades do mercado. Por fim, a fase “Piloto”, que decorre durante dois meses e durante a qual as startups terão a oportunidade de validar as suas soluções.

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