fazedores

Do retalho às fintech, Mastercard procura startups

Imagem do programa Start Path, da Mastercard, para promover startups.
Imagem do programa Start Path, da Mastercard, para promover startups. (Foto: Direitos Reservados) Imagem do programa Start Path, da Mastercard, para promover startups.

Empresa de pagamentos norte-americana oferece programa de aceleração virtual de seis meses e ajuda na expansão internacional de startups.

A Mastercard está à procura de novas startups para o programa de aceleração Start Path. A empresa norte-americana de pagamentos está a receber candidaturas de novas empresas tecnológicas em mais de duas dezenas de áreas.

Do retalho às fintech, passando pelo combate à fraude, pagamento, saúde e cidades inteligentes, a Mastercard procura startups que tenham recebido pelo menos uma ronda de investimento seed no último ano, que tenham um produto com tração, que estejam alinhadas com os valores da Mastercard e que contem com uma equipa experiente.

As candidaturas para o programa de aceleração podem ser feitas através desta página. Depois, os projetos selecionados terão um dia de apresentação ao vivo e mais três dias de evento de lançamento. Depois de um programa de divulgação internacional, as startups terão um programa virtual de seis meses, com o apoio de um mentor da Mastercard.

A empresa de pagamentos garante que não fica com qualquer participação acionista nas startups durante a adesão ao programa de aceleração mas admite ficar com uma opção para investir na empresa se assim o entender.

Criado em 2014, este programa da Mastercard já trabalhou com mais de 200 startups, que levantaram, ao todo, 1,2 mil milhões de euros em capital.

Portugal esteve presidente pela primeira vez neste programa em 2018 graças à DefinedCrowd – fornece dados de alta qualidade usados nos assistentes pessoais de eletrodomésticos – e à James – sistema que permite construir, testar e validar modelos de avaliação de crédito de risco com o recurso a inteligência artificial.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Alberto Souto de Miranda
(Gerardo Santos / Global Imagens)

Governo. “Participar no capital” dos CTT é via “em aberto”

Congresso APDC

“Temos um responsável da regulação que não regula”

Congresso APDC

Governo. Banda larga deve fazer parte do serviço universal

Outros conteúdos GMG
Do retalho às fintech, Mastercard procura startups