DoctorHome. Aqui pode ir ao médico sem sair de casa

Plataforma já tem 400 médicos registados
Plataforma já tem 400 médicos registados

Numa altura em que o excesso de informação disponível online dificulta a distinção entre o que é relevante, atualizado e de confiança, uma empresa 100% portuguesa veio facilitar a relação médico-utente, com uma plataforma online que permite o contacto direto com médicos de várias especialidades.

São 400 médicos, de mais de 40 especialidades, que formam o doctorhome. Aqui, há quatro formas de contacto direto com os médicos: pode colocar questões diretas ao médico mais adequado, através de um formulário disponibilizado no site, ou pode realizar videochamadas, marcar consultas presenciais ou pedir assistência ao domicílio.

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O objetivo é simples: fazer face ao excesso de informação na Internet e orientar corretamente cada utente sobre questões relacionadas com a sua saúde. Para utilizar a plataforma, basta fazer o registo na mesma e escolher uma das quatro opções. E o preço, que fica ao critério de cada médico, pode chegar aos 50 euros, mas também há situações em que os médicos respondem às questões gratuitamente.

A funcionar desde junho, a plataforma já tem mais de 1300 pessoas inscritas, tendo registado quase 70 mil páginas visualizadas, mais de 16 mil interações ativas dos utilizadores e 20 novos utentes por dia, só no primeiro mês. Até ao final deste ano, a empresa espera faturar cerca de 170 mil euros (as suas receitas provêm da anuidade de 190 euros paga pelos médicos), chegando aos 300 mil utentes, 4.500 médicos e 1.235 clínicas.

Além disso, adianta Miguel Castro, product manager da empresa, a empresa tem previsto, a médio prazo, expandir-se para outros países. A prioridade é, neste momento, consolidar o negócio em Portugal e responder às necessidades do mercado português. Mas, sendo os médicos portugueses reconhecidos internacionalmente, “queremos que o doctorhome seja uma boa oportunidade para poder partilhar o conhecimento clínico dos médicos portugueses com as pessoas de outros países, sobretudo do Brasil e PALOP”, diz o responsável, acrescentando ainda que a empresa conta ter a plataforma traduzida para outras línguas, para que possam exportar o conhecimento clínico dos nossos médicos.

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