EGGO: Uma plataforma, que dá palco aos criadores nacionais, e que aspira a vendas de 10 milhões

Nasceu há apenas dois meses, com o objetivo de encurtar a distância que o confinamento impôs entre as lojas de roupa e os clientes. Tem como meta alcançar um volume de vendas anuais de 10 milhões de euros.

Está ainda a dar os primeiros passos, mas já tem definido o caminho a seguir. A plataforma de moda EGGO, nasceu em novembro, pela mão de fundadores portugueses. Nascida em plena pandemia, tem um objetivo claro: diminuir a distância entre as lojas de roupa portuguesas e os seus clientes.

"A nova plataforma online (eggoshop.com) reúne algumas das melhores marcas do mundo, num espaço onde os criadores nacionais têm maior destaque, e conta atingir o volume de vendas anuais de 10 milhões de euros", indica a marca em comunicado e acrescenta que a plataforma conta já com mais de 30 mil artigos, de 70 marcas de moda, disponíveis online.

A plataforma fez uma aposta "forte no mercado internacional" e as primeiras vendas tiveram origem em Inglaterra e Irlanda, "dois dos locais escolhidos para investir em promoção, na fase inicial". Os primeiros produtos a serem comercializados pela EGGO foram calçado de marcas internacionais e peças de vestuário de criadores nacionais, que apenas pelos canais online chegam aos clientes estrangeiros.

"As mais de 60 empresas parceiras, exclusivamente nacionais, abrem assim portas para novos mercados, numa altura em que o comércio procura formas diferentes de chegar a novos clientes e enfrentar a quebra do consumo nas lojas físicas", pode ler-se no comunicado.

Ruben Lamy é empresário português e um dos fundadores deste projeto, tal como Vítor Frieza. "Portugal é um dos melhores países do mundo a fabricar na área da moda. Os melhores criadores produzem em Portugal. As marcas nacionais conseguem ter produtos com uma qualidade muito acima dos nomes internacionais e a preços inferiores", defendem.

Com o objetivo de ser mais do que uma plataforma de comércio eletrónico, a EGGO diz querer ser um canal de divulgação dos novos designers, das novas tendências de moda e dar a conhecer peças de vestuário e artigos "vintage" das grandes marcas. O peso do online nas vendas de peças de vestuário tem vindo a crescer significativamente nos últimos anos, em especial em determinadas geografias, nomeadamente na Ásia. Há estudos que apontam inclusivamente que cerca de 25% da população mundial faz compras destes artigos online. E, a marca recorda que há estudos que indicam que, em 2040, 95% de todas as compras sejam feitas através de plataformas de comércio eletrónico.

"O perfil do cliente da plataforma é alguém que gosta de moda e marcas. Tem poder de compra elevado e vive num meio urbano, na maioria dos casos, fora de Portugal. Tem entre 25 e 65 anos e já é um consumidor com hábitos de compra online", explicam em comunicado.

Entre os objetivos para os próximo meses está o alargamento dos parceiros que integram o site, alcançado 150 empresas ainda neste ano, e aumentar os artigos disponíveis para os clientes nacionais e internacionais.

"A EGGO tem instalações em Lisboa e Madrid. Adquiriu recentemente a MWay, uma marca nacional de vestuário masculino com uma identidade street and urban fashion, criada em 2014",, rematam.

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