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As malas e sapatilhas da Gucci ganharam toque português

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Marca de luxo italiana está a promover a nova coleção DIY, em que qualquer pessoa pode personalizar com a letra, a cor e até os materiais.

Já entrou no site da Gucci? A marca de luxo italiana está a promover a nova coleção DIY (Do It Yourself), em que qualquer pessoa pode personalizar uma mala ou umas sapatilhas com a letra, a cor e até os materiais. Este toque especial está a ser desenvolvido em Portugal pela Platforme, startup portuguesa que personaliza o segmento da moda de luxo.

Fonte oficial da empresa escusou-se a confirmar oficialmente esta informação, mas o Dinheiro Vivo sabe que a Platforme está envolvida neste projeto da Gucci. Através do código da página da Gucci, é possível verificar que o interface de programação (API) foi desenvolvido por esta empresa portuguesa.

Platforme Gucci (1)

A Gucci é considerada uma das maiores marcas de luxo a nível mundial; a sua loja online é visitada todos os meses por 10 milhões de pessoas. Ou seja, há “um Portugal” que passa a ter acesso a produtos de luxo com um toque português.

Esta marca é apenas mais uma das clientes de luxo da Platforme. Fendi, Karl Lagerfeld, Farfetch, Swear, Sergio Rossi e Dorateymur são as principais empresas que estão a trabalhar com a startup sedeada no District, edifício de escritórios no Porto, de acordo com a informação disponível na sua página oficial.

Fundada no início de 2015, a Plaforme já reuniu mais de sete milhões de euros de investimento – em rondas seed e série A – e conta com uma equipa de 60 pessoas. Gonçalo Cruz, José Neves (fundador da Farfetch) e Ben Deniri são os três sócios fundadores desta startup.

Segundo Gonçalo Cruz, o sistema da Plaforme, que dispensa quaisquer mudanças logísticas das marcas, constitui-se como uma oferta não disruptiva ao nível de produção, mas inovadora do ponto de vista digital e funciona numa lógica 360º. Ou seja, os contratos estabelecidos entre a Platforme e as marcas internacionais podem ir desde a simples adaptação do software aos fornecedores dessas marcas até à gestão de stocks e de clientes, por parte da empresa portuguesa.

A Plaforme cobra um set up fee, que é uma “diminuição do risco e, ao mesmo tempo, uma responsabilização que obriga a que o set up seja bem instalado”, e um revenue share por cada transação. Nos casos mais complexos, nos quais a Ripe gere desde a venda online até ao fornecimento das fábricas, os clientes recebem “uma espécie de royalty, uma licença pelo uso da tecnologia e criação desta nova categoria”, explicou este Fazedor ao Dinheiro Vivo em maio de 2016.

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