novos negócios

Slow Love: Sara Carbonero, a fazedora que procura coisas feitas com amor

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

Quase dois anos depois, a startup já gera receitas 1,2 milhões de euros e já tem um fundo de investimento a querer integrar o capital da empresa

Sara Carbonero lançou, em 2015, a Slow Love, uma plataforma multimarca que vende, através da Internet, artigos de decoração, moda e beleza. A marca nasceu na cantina da televisão espanhola Telecinco e contou com um investimento de 40 mil euros feito com mais duas sócias: Isabel Jiménez, mais dedicada à área logística e financeira, e Mayra Del Pilar, estilista. Quase dois anos depois, a startup já gera receitas 1,2 milhões de euros e já tem um fundo de investimento a querer integrar o capital da empresa.

“Não éramos conscientes do sucesso e potencial que poderíamos ter, mas pela aceitação que temos tido e, ao sermos uma referência da moda em Espanha, temos que continuar”, assinala Mayra Del Pilar, em declarações ao jornal espanhol Cinco Días. As três sócias estão a avaliar atualmente de devem abrir o capital a uma entidade externa.

Del Pilar, que já trabalhou para o grupo Inditex (dono da Zara), lembra que com a Slow Love quis “fazer o contrário da Zara, que tem um grande modelo de negócio; só que procuramos o contrário, pelo que nós desejamos procurar coisas feitas com amor e não grandes produções. Apostamos num desenho mais pensado”.

Sara Carbonero, Mayra del Pilar e Isabel Jiménez são as três sócias fundadoras da Slow Love. Fotografia: DR

Sara Carbonero, Mayra del Pilar e Isabel Jiménez são as três sócias fundadoras da Slow Love. Fotografia: DR

Tal como o nome sugere, a Slow Love é uma startup que quer passar uma imagem de “repouso, tranquilidade e paz de espírito contra tudo o que é rápido”. Aposta, sobretudo, em empresas familiares e artesanais espanholas. Mas também há espaço, por exemplo, para a portuguesa Claus Porto, do grupo Ach Brito, que se dedicada ao fabrico de sabonetes e perfumes.

O público-alvo é um “perfil de classe média, que gasta 100 euros por compra. 45% dos nossos clientes voltam a falar connosco e temos 1,5 milhões de visitas por mês na nossa página”, acrescenta a estilista.

Mas a jornalista acaba por ser a grande protagonista desta startup. “A sua imagem é muito poderosa”, diz Isabel Jiménez sobre Sara Carbonero. Mas a mulher do guarda redes Iker Casillas não considera ter um papel assim tão importante: “Tenho um estilo natural, que acho que é o que mais nos valoriza”.

Carbonero, que está dedicada às redes sociais e comunicação da Slow Love, assinala que, graças à imagem, “não foi preciso investir em publicidade. Complementamo-nos muito bem porque temos as tarefas distribuídas”.

A Slow Love pretende terminar 2017 com receitas superiores a dois milhões de euros.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.
Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
O ensino profissional é uma das áreas em que Portugal se posiciona pior na tabela do IMD World Talent Ranking 2019. Fotografia: Miguel Pereira/Global Imagens

Portugal é 23º no ranking mundial de talento. Caiu seis posições

O ensino profissional é uma das áreas em que Portugal se posiciona pior na tabela do IMD World Talent Ranking 2019. Fotografia: Miguel Pereira/Global Imagens

Portugal é 23º no ranking mundial de talento. Caiu seis posições

Foto: D.R.

TAP soma prejuízos de 111 milhões até setembro. E vai contratar mais 800 pessoas

Outros conteúdos GMG
Slow Love: Sara Carbonero, a fazedora que procura coisas feitas com amor