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Glintt. A papelada que se poupa com uma assinatura digital

Pedro Félix, responsável pelo projeto mobile, com Luís Andrade Silva, diretor da área de IT Consulting da Glintt.
Pedro Félix, responsável pelo projeto mobile, com Luís Andrade Silva, diretor da área de IT Consulting da Glintt.

Multinacional criou solução que permite às instituições desmaterializar as assinaturas dos seus clientes através de um software adaptado ao mercado

Assinar um contrato, levantar uma encomenda ou abrir uma conta bancária são ações que deixaram de estar dependente de uma assinatura presencial num conjunto de papéis que preveem esse “compromisso”. Quem garante este sistema de poupança de papel e de tempo é a Glintt. Através da assinatura digital autografa (ou e-signing), a multinacional portuguesa chegou a uma fórmula de desmaterialização dos fluxos processuais nas instituições.

O projeto, nascido em meados de 2012, partiu de um desafio lançado por um cliente para uma solução que tornasse os processos menos burocráticos. “O ActiveBank desmaterializou o processo de abertura de conta. Hoje, se for abrir uma conta a um balcão do banco, não assina papéis, assina num tablet. E, daí para a frente, todo o fluxo processual dentro da instituição bancária passa a estar completamente desmaterializado”, esclarece Luís Andrade Silva, diretor da área de IT Consulting da Glintt.

O produto, garante o responsável, é uma solução de poupança no decorrer de todo o processo. “Evita a impressão dos documentos. A pessoa pode lê-los num tablet ou num computador, no local da instituição ou na sua própria casa, numa experiência semelhante ao momento em que assina um papel”, assegura.

Entretanto, a solução também está a ser usada pela Cetelem e os seus créditos pessoais e em vários projetos-piloto, nomeadamente pa-ra os PALOP.

Com áreas de negócio em sectores como o farmacêutico, de gestão hospitalar, energia e sistemas de informação, banca e seguros, entre outros, a Glintt nasceu da fusão entre a Consiste e a ParaRede. Com uma equipa de cerca de 1900 pessoas e um volume de negócios de 80,2 milhões de euros em 2014, o merca-do português representa a grande maioria dos negócios da empresa, sobretudo nos sectores da banca, telecomunicações e administração pública. Polónia, Bélgica, Brasil e Angola, onde a Glintt já tem escritórios, lideram os mercados internacionais, que já representam 25% da faturação da empresa, que já opera em três continentes, com particular importância nos mercados ibérico, angolano e latino-americano.

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