Go Natural estuda rebranding de Sushi Bar e quer abrir lojas de rua

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A Go Natural está a estudar o rebranding do Sushi Bar e a abertura de lojas de rua, adiantou Diogo Martorell, sócio fundador da cadeia.

Ainda este ano, a Go Natural quer relançar os Sushi Bar com uma nova marca, sendo a mesma dada a conhecer na primeira loja de rua da cadeia. Mais tarde será feita a declinação para os restantes Sushi Bar já existentes em centros comerciais como o El Corte Inglés ou o Residence Saldanha. A cadeia tem dois Sushi Bar stand alone e corners nas lojas Go Natural.

A concretizar-se, representa a primeira loja de rua da cadeia Go Natural, que na rua têm apenas uma food truck com oferta de produtos ‘grab and go’ como os wraps ou sanduíches.

Há localizações que estão a ser analisadas – o Príncipe Real é uma dessas zonas – sendo que o objetivo é abrir ainda este ano um espaço, “surja a oportunidade certa”, adianta Diogo Martorell. A futura casa de sushi iria manter o conceito do Sushi Bar, mas também com serviço à carta, mantendo os preços acessíveis.

Leia ainda: Go Natural. Depois dos sumos funcionais, os planos Detox

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Em 2015 a Go Natural quer adicionar novos espaços aos 23 (19 Go Natural e Assador by Olivier em Portugal, três no Brasil) já existentes. O primeiro é já no final de junho no Aeroporto de Lisboa. A cadeia concorreu com a Ibersol a um espaço no novo food court do aeroporto da Portela, apresentando toda a gama de produtos da cadeia, incluindo o sushi bar, comidas feitas na hora (kitchen), mas também com uma gama de produtos orgânicos para bebés, da alemã Holle.

A loja no Aeroporto é o primeiro franchising da Go Natural em Portugal, onde atua apenas com lojas próprias. “Se a parceria correr bem, podemos estar em outros aeroportos em Portugal. São espaços que estão em constante remodelação”, diz Diogo Martorell, mas neste momento não está nenhum concurso aberto.

No Brasil, onde a aposta tem sido feita com parceiro local, a cadeia acaba de abrir a terceira loja no Shopping Cidade de São Paulo. Há ainda planos de abrir uma food truck na cidade paulista. Uma forma de dinamizar a marca, estendendo a sua presença na metrópole, e atraindo novos clientes para as lojas nos centros comerciais, explicou Joana Martorell, sócia da cadeia.

Este ano, só o mercado brasileiro poderá representar 1,5 milhões de euros de faturação.

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Para o Brasil, a cadeia quer ainda levar a gama de sumos funcionais que lançou em março. “Procuramos um parceiro que garanta a produção dos sumos”, diz Diogo Martorell. Os sumos são produzidos com base numa processo designado Cold Pressed Juice, que garante um maior prazo de validade do que os sumos naturais sem pasteurização. Depois da sua introdução, as vendas de sumos aumentaram entre 20 a 25%.

A cadeia está a expandir a sua presença em empresas, mas também em escolas. Vai ser o restaurante/cafetaria da Escola Americana em Lisboa, levando para este espaço a oferta de produtos da cadeia. “Vamos também contar com a ajuda dos nossos nutricionistas” para desenhar os menus de oferta, diz Diogo Martorell. Uma espécie de “food revolution” nas escolas, movimento que o chef britânico Jamie Oliver deu a cara no Reino Unido e Estados Unidos.

Nos primeiros quatro meses do ano, as receitas da Go Natural subiram 10%, adianta Diogo Martorell. O ano passado, a cadeia fechou com cerca de 8 milhões de euros de faturação. Com a abertura de novas lojas, as previsões para este ano são de atingir 9 milhões de euros.

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