Gorjeta sem moedas nem notas é possível com aplicação portuguesa

Startup Classihy permite compensar trabalhadores da hotelaria e da restauração pelos serviços sem tocar em dinheiro. Solução já está a ser utilizada em Lisboa.

Pagar as contas sem tocar em notas ou moedas é uma das medidas que pode ajudar a conter a propagação do coronavírus. Mas como se pagam as gorjetas às pessoas que nos prestam um bom serviço no hotel e num restaurante em contexto de pandemia? A startup portuguesa Classihy garante ter encontrado a solução, através de uma aplicação móvel para o telemóvel.

Depois de instalar a aplicação, é necessário identificar quem atendeu o cliente e definir um de três meios de pagamento: cartão multibanco, Apple Pay ou Google Pay. As gorjetas poderão variar entre os dois e os 100 euros.

"O dinheiro é colocado na conta de cada colaborador na Classihy, que pode pedir a transferência para a sua conta a qualquer momento", assim refere a empresa em nota de imprensa. O funcionário, contudo, não fica com todo o montante da gorjeta: 5% da gratificação é descontada para cobrir os custos relacionados com as transações bancárias e a manutenção da conta.

Além das gorjetas, os trabalhadores de hotéis e restaurantes também podem definir objetivos pessoais para este dinheiro torná-los públicos para os clientes. O consumidor também pode oferecer uma parte do objetivo de cada colaborador ou o montante correspondente ao valor que ainda está em falta.

As gorjetas digitais já estão a ser utilizadas em Lisboa, nos espaços Tapas Bar 52 (Príncipe Real) e o Restaurante da Associação Naval de Lisboa (Doca de Belém).

A Classihy nasceu em 2019 através do programa de aceleração From Start to Table, promovido pela Startup Lisboa.

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