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GovTech: Seleção dos finalistas arranca esta segunda-feira

Graça Fonseca assume, a partir desta segunda-feira, 15 de outubro, o cargo de ministra da Cultura. Fotografia: Natacha Cardoso / Global Imagens
Graça Fonseca assume, a partir desta segunda-feira, 15 de outubro, o cargo de ministra da Cultura. Fotografia: Natacha Cardoso / Global Imagens

Houve 113 startups que se candidataram ao GovTech, que quer apoiar produtos inovadores alinhados com a estratégia para o desenvolvimento sustentável

Há algumas semanas, o governo lançou a iniciativa GovTech, para premiar e apoiar produtos e serviços inovadores, desenvolvidos por startups, e que estejam alinhados com uma estratégia global para o desenvolvimento sustentável. Receberam 140 candidaturas e 113 foram validadas, cumprindo assim os critérios estipulados, como por exemplo terem um protótipo funcional.

Esta segunda-feira, 25 de junho, começa a primeira fase de seleção das startups candidatas. Esta fase decorre até 15 de setembro e vão ser selecionados 6 protótipos finalistas, pelo júri e pelo público, através de uma infraestrutura de Blockchain com a moeda virtual “GOVTECH”.

Graça Fonseca, Secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa, explica ao Dinheiro Vivo que, depois de lançar esta iniciativa, o governo levou a cabo uma ronda pelas incubadoras nacionais de startups para sensibilizar estas empresas.

Durante o mês em que o período de candidaturas esteve aberto, “fizemos uma volta pelas incubadoras nacionais, fomos um pouco a todo lado, para apresentar a iniciativa e para, de alguma maneira, desafiarmos os empreendedores a olharem para o seu negócio e a pensarem se o seu negócio tinha, ou não, alguma coisa a ver com a Agenda 2030”, conta.

“O primeiro objetivo que tínhamos era descobrir e levar os empreendedores a descobrir se estariam ou não já alinhados com esta Agenda. O que quisemos transmitir foi que esta Agenda 2030 é um compromisso importante para os governos mas é também uma ótima oportunidade, para quem tem uma ideia e está a desenvolver um negócio, se situar num mercado global com impacto e a uma escala muito interessante”, concretiza.

A governante acredita que: “se não tivéssemos feito esta volta provavelmente não teríamos nem de perto nem de longe este número de candidaturas apenas num mês porque de fato ao longo do tempo em que fomos falando com os empreendedores eles nunca tinham pensado que a sua startup tivesse algo a ver com a Agenda 2030″.

Há 15 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável que são mais frequentes no universo das startups que se candidataram. Cidades e Comunidades Sustentáveis e Produção e Consumo Sustentáveis são as duas áreas de maior aposta. “Destes 113, há áreas que se destacam. Há uma que me vem à cabeça que é a saúde. Existem cerca de dez candidatos na área de saúde, sendo que vão desde candidaturas na área da vacinação até plataformas que colocam em contacto profissionais médicos e farmacêuticos”, disse.

A Organização das Nações Unidas (ONU) criou os Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável – 17 no total – para “Transformar o nosso mundo até 2030”. 113 startups candidataram-se ao programa Gov Tech, que quer premiar e apoiar produtos e serviços inovadores, desenvolvidos por startups, e que estejam alinhados com uma estratégia global para o desenvolvimento sustentável. A Organização das Nações Unidas (ONU) criou os Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável – 17 no total – para “Transformar o nosso mundo até 2030”.

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