Há cérebro português no primeiro banco de criptomoedas aprovado nos EUA

Com Diogo Mónica como um dos fundadores, fintech norte-americana Anchorage foi validada pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos e é equivalente aos outros bancos tradicionais.

Foi aprovado na quinta-feira o primeiro banco de criptomoedas nos Estados Unidos. Chama-se Anchorage e tem o português Diogo Mónica como um dos dois fundadores - o outro é o norte-americano Nathan McCauley. Desta forma, esta fintech fica debaixo da mesma regulamentação dos outros bancos tradicionais instalados naquele país.

A 'luz verde' para o Anchorage Digital Bank foi dada pelo Office of the Comptroller of the Currency (OCC), órgão independente do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.

Com este passo, o banco fica ao alcance de qualquer instituição financeira tradicional que deseje dar aos seus clientes acesso a ativos digitais, os primeiros serviços de subcustódia, ou seja, de guarda, manutenção, atualização e exercício de ativos digitais.

A Anchorage assume-se como uma solução que conta com a "clareza tecnológica" e a "clareza regulamentar" para guardar criptomoedas, cada vez mais adotadas por instituição que vão "desde grandes gestores de ativos, a tesouros empresariais, doações e escritórios
familiares", destaca Diogo Mónica, citado em comunicado.

A aprovação do Anchorage como banco regulamentado já tinha sido antecipada pela revista norte-americana Fortune. Em setembro, esta publicação colocou Diogo Mónica na lista dos melhores talentos sub-40 a nível mundial.

Fundada em 2017, a Anchorage conta com escritórios no Porto, Dakota do Sul, Nova Iorque e tem sede em São Francisco. Esta fintech já assegura mais de 100 mil milhões de dólares em transações anuais, ou seja, 82,3 mil milhões de euros.

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