empreendedorismo social

Hack for Good regressa e passa a dar entrada na Web Summit

Hackaton da Fundação Calouste Gulbenkian vai dividir-se entre Lisboa e Porto. Fotografia: DR
Hackaton da Fundação Calouste Gulbenkian vai dividir-se entre Lisboa e Porto. Fotografia: DR

Participantes terão de apresentar soluções tecnológicas para bem-estar das crianças, jovens e idosos e integração social de refugiados e migrantes.

A Fundação Calouste Gulbenkian vai organizar a maratona de programação Hack for Good pelo terceiro ano consecutivo. A iniciativa de apoio a projetos sociais vai passar a contar com um bootcamp de três meses – para acompanhar os participantes – e que vai dar acesso à Web Summit às melhores equipas.

A maratona vai decorrer no Palácio dos Correios, no Porto, nos dias 5 e 6 de maio. Os participantes terão de apresentar soluções tecnológicas para problemas como o bem-estar das crianças e jovens, o bem-estar dos idosos e a integração social dos refugiados e migrantes.

Estas soluções terão de ter impacto real na sociedade mas poderão ser apresentadas de várias formas: acessórios, aparelhos de suporte e dispositivos; plataformas de impacto digital e de gestão de ferramentas; aplicações como foco educativo ou recreativo.

As equipas terão de ter entre três e cinco elementos e deverão ser capazes de desenvolver soluções tecnológicas para resolver os desafios propostos, desde programadores, gestores, engenheiros, criativos, designers e outros profissionais ligados à tecnologia. Além de prémios monetários, as equipas distinguidas terão igualmente acesso a prémios tecnológicos, licenças de software, entre outras distinções. Destaque-se que a última edição contou com mais de 600 inscrições, que corresponderam a 308 participantes e 69 projetos.

O importante é que cada grupo seja capaz de apresentar soluções tecnológicas para resolver os desafios propostos. As inscrições estão abertas até 25 de abril e poderão ser feitas através desta página.

As melhores equipas da maratona de programação vão ter acesso ao bootcamp, que vai decorrer entre maio e outubro em Lisboa, Porto e em modo virtual. Nesta parte do Hack for Good, as equipas vão ter acesso a mentoria e a vários conteúdos para poder continuar a desenvolver as suas ideias e preparação para receber um potencial investimento.

Entre 5 e 8 de novembro, as ideias com mais potencial de investimento serão apresentadas na Web Summit, onde a Hack for Good vai contar com um espaço próprio na FIL.

A edição de 2017 da Hack for Good foi ganha pela plataforma Portuguese Women in Tech, com o projeto Cura. Esta aplicação põe em contacto, de forma anónima, mulheres migrantes e médicos voluntários. Nas duas últimas edução, a Hack for Good contou com mais de 600 inscrições, que corresponderam a 308 participantes e 69 projetos.

(Notícia corrigida às 14h47: as 600 inscrições correspondem às edições anteriores da Hack for Good e não apenas à edição de 2017)

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